Mostrando postagens com marcador Resenha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenha. Mostrar todas as postagens

Resenha | Dezembro (A Garota do Calendário #12) de Audrey Carlan


O que você faria para salvar a vida de seu pai? A vida é feita de escolhas. Mia Saunders fez a dela. Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro.

Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...

Em dezembro, Mia irá a Aspen, a estação de esqui mais celebrada pelos americanos endinheirados. Um homem misterioso pagou uma bolada para que ela fosse até lá. E o que Mia vai encontrar nas montanhas geladas vai mudar sua vida para sempre.

 Série A Garota do Calendário | Erótico | 160 páginas | Ano 2016 | Verus | Skoob 
Lido em 1 dia | Avaliação: 3 estrelas

 

"Nós cinco bebemos e comemos toneladas de comida, até que Matt se ofereceu para parar de beber e ser o motorista da vez. O restante de nós manteve o pique, pois todos tínhamos recebido um golpe duro a respeito da nossa mãe. O que havia a fazer senão viver o hoje? E foi o que fizemos. A noite toda."

Eu até entendo a ideia da autora em mostra que Mia quer cumprir aquilo que ela se comprometeu a fazer logo no início, mas ela concordou com o serviço de acompanhante por necessidade, e não faz muito sentido ela continuar com isso depois de descobrir que tem dinheiro. Nesse último mês a autora tentou focar um pouco na história pessoal de Mia e em seus traumas de infância, envolvendo ambos os pais.

"Naquele momento, percebi todo o significado do “Mia e eu”. Nós não estávamos apenas juntos. Éramos parte de um nós, uma equipe. Assim que nos casássemos, na próxima semana, seríamos referenciados como “os Channing”. Eu nunca tinha sido parte de algo assim. E precisava admitir, enquanto observava Wes abraçar sua família e acariciar a barriga, ainda lisa, da irmã, que ser parte de algo maior, uma família amorosa, realmente era o que importava. Eu entendia agora."

Depois de encontrar o amor com o seu primeiro cliente, Mia e Wes estão prestes a se casar e eles pretendem passar o natal em família, em Aspen. Mas enquanto estão na cidade, Mia trabalha realizando entrevistas com artistas locais - e no decorrer do livro já é possível ter um palpite sobre o que vai acontecer nesse livro - e uma grande surpresa aguarda a protagonista que finalmente encontra respostas para fechar a única ponta solta de sua vida e poder finalmente iniciar uma nova jornada ao lado de Wes.

"Suspirei e curti a sensação de estar olhando para minha primeira árvore de Natal com meus irmãos. Mesmo com o assunto sobre o aparecimento da nossa mãe pairando sobre a nossa cabeça, nós ainda tínhamos isso. Família. Não importava o que acontecesse. Nós éramos mais fortes pelo que havíamos enfrentado. Isso nos fazia valorizar ainda mais o que tínhamos. Momentos como aquele eram novas e belas lembranças que eu levaria comigo até o último dia da minha vida."

Se tem uma coisa que podemos perceber nesse livro é que Mia está perto de finalmente conseguir os seu felizes para sempre, seu quadro em um programa de sucesso vem sendo muito bem recebido pelas pessoas - a protagonista soube aproveitar bem os 15 minutos de fama que teve ao acompanhar alguns de seus clientes -, seu relacionamento com Wes está melhor, assim como sua melhor amiga e sua irmã estão seguindo seus caminhos, até que Mia precisa entrevistar artistas locais em Aspen.

Tudo bem que a ideia é interessante, Mia finalmente pode confrontar a mãe sobre o motivo de ter sido deixada para trás, mas é bem desnecessária, afinal esse novo encontro não vai causar nenhuma reviravolta impactante na vida da protagonista, ela aprendeu a se virar sozinha, resolver seus problemas - e dos outros - e agora que sua vida finalmente parecer estar entrando nos eixos que a mãe resolve aparecer? Ela bem que poderia ter aparecido antes, quando ela precisava, não a abandonando junto com a irmã e um pai que não teve condições de cuidar delas.

"Entreguei a ele a caixa um pouco maior do que a que tinha me dado. Ele sorriu e rasgou o papel da mesma forma que Isabel fizera. Isso me esclareceu algo mais sobre aquele homem: ele adorava ganhar presentes. Tomei nota disso para referência futura, já que planejava mimá-lo absurdamente em seu aniversário, se isso lhe proporcionasse aquele nível de alegria."

Eu entendo - ou pelo menos acho que sim - o que a autora quis fazer ao colocar a presença da mãe de Mia nesse livro, afinal, ela queria mostrar que a mulher não foi uma completa irresponsável, mas por mais que ela tivesse problemas, ela poderia ter procurado os filhos depois que estivesse melhor, não só agora que Mia estava bem com o seu programa de televisão, afinal, em outros momentos da vida, ela e a irmã teriam se sentido muito bem em ter um apoio feminino.

Confesso que não entendi muito o final dado ao pai de Mia, ok, ele não foi o melhor pai do mundo, mas ainda sim era o pai dela, tudo isso de certa forma começou por causa dele, e mesmo que tenha sido de uma forma completamente inusitada - e até errada - se não fosse por ele é bem provável que o casamento de Mia e Wes nem acontecesse - afinal, qual seria a chance de seus mundos se cruzarem?

"Em última análise, independentemente da sua doença ou transtorno, eu precisava que ela se preocupasse mais comigo do que consigo mesma. Eu imaginava que um problema grave como o dela fosse difícil, mas precisava de pessoas solidárias no meu mundo, pessoas que se preocupassem umas com as outras. Naquele momento, eu não tinha espaço para ajudar a juntar os cacos do meu passado com uma mulher que não tinha feito nada além de me deixar para trás."

Um ponto interessante foi a forma como a autora procurou deixar os leitores cientes de como estavam todos os clientes e pessoas importantes que passaram pela vida de Mia durante esse ano, afinal, podemos ver que muito do que a personagem se tornou se deve a eles, mas pela descrição dela, alguns mudaram bastante enquanto outros, não mudaram nada.

"A mão de Maddy apertou a minha debaixo da mesa. Ouvir sobre outra pessoa sofrendo da mesma forma que nós havíamos sofrido atingia muito mais a alma suave da minha irmã do que a minha. Só que não havia motivo para isso. Nossa mãe tinha uma casa acolhedora. E optou por abandoná-la. Não haveria nenhuma empatia da minha parte."


Resenha | Novembro (A Garota do Calendário #11) de Audrey Carlan


O que você faria para salvar a vida de seu pai? A vida é feita de escolhas. Mia Saunders fez a dela.

Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...

Em novembro, Mia viajará novamente para Nova York por motivos profissionais, mas dessa vez o trabalho é diferente. Ela precisará entrar em contato com celebridades - sorte dela que alguns dos amigos que fez em sua jornada estão prontos para ajudá-la!


 Série A Garota do Calendário | Erótico | 160 páginas | Ano 2016 | Verus | Skoob 
Lido em 1 dia | Avaliação: 3 estrelas

 

"Todo dia eu me surpreendia com o quanto amava minha vida e como minha sorte tinha mudado de forma exponencial desde que eu começara a minha jornada, quase um ano antes."

O serviço de acompanhante está quase chegando ao fim e a vida de Mia parece que finalmente vai entrar nos eixos, afinal, esse ano fez com que ela ficasse bastante conhecida ao ser vista sempre na companhia de celebridades e pessoas importantes, as coisas podem não ter sido exatamente como ela imaginava para a carreira de atriz que ela tanto temeu quando iniciou o trabalho como acompanhante, mas essa publicidade com os amigos famosos fez com que recebesse um convite para ter o seu programa televisivo, e vamos concordar que isso não é uma coisa ruim.

Depois de tudo o que Wes passou, ele finalmente está se recuperando, o relacionamento dos dois parece estar tendo progressos. Mas graças ao programa televisivo de Mia eles vão viajar bastante nesse mês, e também terão a visita de muitas pessoas, muitos amigos que conhecemos no decorrer da série.

"Ela estava parada num canto, observando com nervosismo. Eu diria que ela não tinha gostado do início do quadro, porque dava para sentir a tensão que irradiava daquele lado da sala. No entanto, Mace e eu concordamos que era hora de fazer o mundo enxergar que o tempo que passamos juntos não foi grande coisa e, mais ainda, que ele estava cansado de manter o relacionamento dos dois em segredo. Claro que havia boatos de que ela era sua namorada, mas eles nunca confirmaram. As revistas de fofocas conseguiram algumas fotos deles juntos, mas nenhuma palavra oficial tinha sido dada até agora. Era fácil despistar a imprensa com a desculpa de que era uma reunião com sua relações-públicas."

Vemos que Mia está sendo um grande sucesso em seu quadro no programa televisivo, vários personagens de livros anteriores aparecem e o mais importante, depois de tanto sofrimento, temos finalmente Wes voltando a ser ele mesmo. Com a ajuda de Wes ela passa a ter incríveis roteiros para o seu quadro no programa, mas com a ajuda de seus amigos ela também consegue as melhores entrevistas, vamos concordar que com os contatos que Mia fez isso não ficou muito difícil.

"Com as mãos em meus quadris, eu o deixei me mover para cima e para baixo, no ritmo que ele estabeleceu. Com Wes, todas as vezes eram incríveis. Não havia absolutamente nada como o prazer que eu sentia quando ele estava fundo dentro de mim. Eu nunca superaria isso. Sabia que, não importava o que o futuro nos reservasse, eu morreria querendo estar apenas com esse homem pelo resto da vida."

Um dos pontos mais fáceis de se perceber nesse livro é o quanto Mia cresceu, não só como profissional, mas também como pessoa, vemos como ela desenvolveu um novo olhar para o mundo e como depois de passar a maior parte de sua vida cuidado de sua irmã mais nova e contando somente com o apoio de sua melhor amiga, ela percebe que tem o apoio incondicional de pessoas que se importam com ela, de uma família que é formada por sentimentos que vão muito além de laços sanguíneos. Como o decorrer do ano havia de fato mostrado a ela que valia a pena confiar na jornada e em tudo o que vinha junto com ela.

O problema que eu vejo nesse crescimento da personagem - não é pela personagem em si, mas pela ideia geral do livro - é que ele sai um pouco desse apelo sexual que se teve na maior parte dos livros da série, o que faz com que esse livro fuja um pouco da ideia geral.

"Realmente, acho que é por isso que eu sou grata este ano. Pelo amor. Em todas as suas formas."


Resenha | Outubro (A Garota do Calendário #10) de Audrey Carlan

O que você faria para salvar a vida de seu pai? A vida é feita de escolhas. Mia Saunders fez a dela.

Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...

Outubro virá com um sopro de novidade para Mia. Agora que as coisas estão quase todas resolvidas em sua vida, ela pode se estabelecer com o homem que ama e dar uma nova direção para sua carreira.

 Série A Garota do Calendário | Erótico | 160 páginas | Ano 2016 | Verus | Skoob 
Lido em 1 dias | Avaliação: 2 estrelas

  

"Leve. Foi assim que eu me senti. A sonolência me atingiu enquanto braços fortes me abraçavam apertado. Aconcheguei-me mais ao calor, esfregando o nariz nele, inalando o perfume masculino familiar. As poucas noites em que pude dormir tranquilamente eram sempre repletas de lembranças dele. Em vez de afastá-las, esta noite eu me entregaria a elas. Deixaria a alegria de tê-lo aqui comigo, cuidando de mim, se infiltrar em meus ossos, envolver meu coração e protegê-lo. Imaginei Wes me colocando na cama. Na nossa cama. O travesseiro tinha o cheiro dele, de mar, areia e aquele algo a mais que era puramente Wes. Ele permanecia lá. Esfreguei o rosto no algodão macio."
Nesse livro vemos que Wes ainda está tentando se recuperar do que aconteceu, mas tudo vem sendo muito confuso, ele sofre constantemente com pesadelos do terrível confinamento. Vemos que Wes não parece lhe dar muito bem com isso, claro que o que aconteceu com ele foi grave - no meu ponto de vista um pouco desnecessário e tirou um pouco o foco do livro que era Mia conseguir o dinheiro para pagar Blaine - mas ainda sim, vemos que agora parece que finalmente a autora resolveu levar situações traumáticas como algo traumático.

Vemos que após ter trabalhado com tanta gente famosa, o rosto de Mia ficou conhecido o que leva uma rede de televisão a lhe oferecer a oportunidade de ter um quadro em um programa já conhecido e estabilizado, mas isso não quer dizer que Mia desistiu completamente do seu sonho de ser atriz.

"Muito lentamente, movi os braços, tensa e preparada para atacar. Apertei a mão em punho, preparei o cotovelo para golpear, me inclinar e rolar, como tinha aprendido na escola, na aula de defesa pessoal. Só então pararia. Golpear. Me inclinar. Rolar. Repeti o mantra mentalmente. Golpear. Rolar. Cair. Realmente cair pela lateral da cama e correr feito louca."
O problema que vejo na história - além da "recuperação" de Wes - é que Mia, é orgulhosa demais e quer conseguir o dinheiro por conta própria para pagar a dívida do pai - passa até mesmo a impressão de que ela precisa provar isso para alguém -, não me entenda mal, sei que ela quer livrar o pai da dívida com Blaine, afinal, é por causa dela que ele foi para no hospital e também por conta disso que ela, a irmã e sua melhor amiga tiveram as vidas ameaçadas, então porque simplesmente ela não pegaria o dinheiro na conta bancária milionária a qual ela é dona e tem acesso? Simplesmente por orgulho? Até mesmo isso tem um limite aceitável.

"Coloquei a mão sobre sua boca, mas ela continuou jorrando palavras de baixo calão, defendendo o que achava que era minha honra ao tentar se libertar. Eu tinha cerca de dezoito quilos a mais que aquela magricela de um metro e meio. Segurá-la tinha se tornado a minha especialidade depois de todos aqueles anos."
Confesso que nos outros livros o Wes foi um cliente da Mia que mostrou que sentia algo mais por ela, e muitas vezes despertou nos leitores um interesse para que os dois personagens ficassem juntos, mas bem, a autora conseguiu acabar com tudo isso agora no mês de Outubro, tudo bem que a situação vivida por ele foi traumática, mas durante todos os outros livros vemos a autora procurando fazer Mia aprender algo com os seus clientes, crescer, e agora nesse livro ela simplesmente era a "prostituta" particular de Wes para que ele saísse da escuridão de volta para o mundo real e a única forma que encontram foi através do sexo - mas essa desculpa não colou muito bem não.

"Fez-se um silêncio mortal. Tudo o que eu podia ouvir era sua respiração enquanto a imaginava correndo pela casa, fazendo coisas aleatórias e se preparando para a mudança de vida."
A medida que a série vai chegando ao final a impressão que me passa é que a autora se perdeu um pouco, que escrever uma história envolvente e que conversasse entre si em doze volumes é muito complicado, aos poucos parece que ela foi perdendo o foco, a questão é saber se ela vai conseguir manter uma história que prenda a atenção do leitor ou vai se perder cada vez mais na trama criada por ela mesma.

"Estreitei as sobrancelhas, olhando para o telefone como se aquilo fosse esclarecer a merda que a minha tia estava falando. Eu sabia que ela não estava organizando agenda nenhuma, pois eu já tinha avisado que, quando o mês terminasse, não pegaria mais trabalhos. Eu pagaria Max e arranjaria o que fazer, embora aquela proposta fosse o meu sonho. Participação fixa em um programa de TV? Trabalho fixo fazendo algo que eu amava? Retorcendo as mãos embaixo da mesa, rezei para que Millie soubesse o que estava fazendo e não estragasse aquela oportunidade. Fé. Eu tinha que ter fé. Ela tinha feito com que eu chegasse muito longe. Não havia razão para acreditar que ela não consideraria meus melhores interesses para o futuro também."


[Resenha] O Julgamento Final - Camila Moreira

Título: O Julgamento Final
Série: O Amor Não Tem Leis
Autora: Camila Moreira
Páginas: 263
Editora: Suma de Letras
Lançamento: 2014
Nota: 5/5
Skoob
O amor não tem leis – O julgamento final, a continuação da história de amor entre Maria Clara e Alexandre Ferraz.
O destino mais uma vez afasta Maria Clara de seu grande amor. Um trágico acontecimento obriga a jovem a abandonar Alexandre Ferraz no momento em que ele mais precisa dela. Sentindo-se culpada pelo acidente que pode ter tirado a vida de Diego, irmão de Alexandre, Maria Clara não vê outra alternativa a não ser fugir e buscar consolo nos braços Derek Mayer, o ex-namorado.
Desesperado, Ferraz não consegue entender como ela teve coragem de desaparecer. Com a tragédia que atingiu o irmão, ele descobrirá que o que sente por sua menina é mais forte do que imaginava.
Em O amor não tem leis – O julgamento final, o dr. Alexandre Ferraz tem em mãos o caso mais difícil de sua vida: conquistar o amor de uma mulher determinada a não amar.
"Ele disse isso tentando usar um tom de voz bavo, mas eu sabia que estava se divertindo tanto quanto eu."

O primeiro livro termina com Clara colocando um fim no seu relacionamento com Alexandre, sem que ele entenda o motivo disso, após o acidente que deixa Diego entre a vida e a morte vemos que Clara é remetida ao seu passado e mais uma vez ela se considera responsável pela perda de uma pessoa que ela gosta muito.

Vemos Clara assumir a culpa de tudo o que aconteceu, ela nãoa credita que mereça ser feliz depois de tudo, afinal, ela teve muito sofrimento em sua vida, e também - acredita - que causou muito sofrimento à outras pessoas, isso e o fato de ser cabeça-dura faz com que mesmo querendo se reaproximar ela e Alexandre fiquem cada vez mais distantes um do outro.

Diferente de Clara, Alexandre se recusa a tentar se reaproximar de seu amor por ainda guardar rancor e ter sido abandonado em um momento que precisava do apoio dela. Mas uma coisa é nítida a todo momento, os dois personagens se amam e estão sofrendo bastante pelo que aconteceu

Entre muitas idas e vindas não sabemos ao certo qual é o mais marcante desse casal, se é o seu amor ou a teimosia de ambos que quase faz com que eles percam tudo. A palavra que define esse livro é sofrimento, afinal, mesmo acontecendo coisas boas vemos Clara e Alexandre sofrendo bastante.

Vemos ainda no trabalho da autora como é importante sabermos superar as coisas que acontecem, que muitas vezes alguns sentimentos serão responsáveis por não deixar que você seja feliz em sua vida, que o tempo e o amor são de extrema importância para curar as feridas, como é preciso muitas vezes deixar de lado o orgulho ou a mágia e aprender a ouvir o outro ponto da história, que por mais que as suas experiências de vida tenham te ajudado a tornar a pessoa que você é hoje, é importante saber deixar o passado no passado, guardar suas lembranças com carinho, mas não permitir que ele interfira em sua vida a ponto de prejudicar o seu futuro.


Resenha | Setembro (A Garota do Calendário #9) de Audrey Carlan

O que você faria para salvar a vida de seu pai? A vida é feita de escolhas. Mia Saunders fez a dela. Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo.

Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...

Em setembro, Mia será obrigada a dar o cano no cliente do mês, pois um problema urgente de família exige sua atenção. Ela vai voltar para Las Vegas e ficar cara a cara com o passado, num reencontro que pode reabrir feridas antigas.


Série A Garota do Calendário | Erótico | 144 páginas | Ano 2016 | Verus | Skoob 
Lido em 1 dia | Avaliação: 3 estrelas


"Assim que entrei na cafeteria, me arrastei até a máquina de café, coloquei cinquenta e cinco centavos nela e um copo de papel na saída. O café era horrível, mas ajudava a me manter acordada. Bem, por cerca de uma hora, então eu precisava caminhar novamente até a máquina feito um zumbi. Era uma das rotinas que eu repetia várias vezes ao dia."
Quando Mia aceitou o emprego de acompanhante ela precisava muito do dinheiro para quitar a dívida de seu pai não só ela como também sua irmã mais nova de "herdarem" a dívida de seu ai, mas ela nunca pensou que chegaria um momento em que a dívida estaria quase paga e que ela teria que dar o bolo em um cliente. Não que o emprego seja o dos sonhos, ele está longe de ser, mas a verdade é que Mia aprendeu a conviver com essa vida de acompanhante e a ver os benefícios que isso poderia vir a lhe trazer.

Não que eu tenha sido tola a ponto de acreditar que essa jornada de Mia seria fácil, desde o início sabíamos que não seria, mas confesso que não pensei que as coisas seriam assim também., a cada momento aparecem mais coisas para complicarem sua jornada o que torna bem difícil acreditar que em algum momento Mia encontrará o seu final feliz.

"Do nada, me senti leve, como se tivesse asas e fosse para um destino desconhecido. Depois de alguns solavancos, fui depositada em uma nuvem, com camadas macias de algodão, e um edredom de plumas fofinho foi colocado sobre mim. Esfreguei o rosto contra ele, desejando nunca mais abrir os olhos."
Os problemas se complicam cada vez mais, e nesse mês não é diferente, vemos que um problema - que poderia ter sido resolvido em Janeiro - se estende até agora, tudo porque Mia quer ser autossuficiente e não depender da ajuda de seus amigos e de pessoas que se importam com ela.

Eu entendo que a vida dela foi difícil e a todo momento a autora reforça que Mia aprendeu a se virar desde pequena cuidado de si mesma e de sua irmã, que para ela pedir ajuda é uma coisa difícil, mas para quem acompanhou os livros até o momento sabe muito bem que não seria necessariamente um "favor" podemos até classificar tudo como um empréstimo em família.

"Eu nunca tivera alguém em quem me apoiar, uma pessoa que largasse tudo para estar comigo quando eu precisasse. E bem ali, presa em seus braços aconchegantes, ele deixou uma marca em minha alma. Eu tinha um irmão e, agora que havia descoberto isso, não queria mais saber como seria a vida sem ele."
O estado de saúde o pai de Mia piora um no final de Agosto, e com isso Mia se esquece completamente do cliente de Setembro que nem chegamos a saber quem é, e pior ainda, Mia ainda fica sem o dinheiro do mês anterior para pagar Blaine já que ao "dar o cano" no cliente ela precisa pagar uma multa para ele, seu pagamento que iria para a dívida vai para o cliente e sabemos que Blaine não é exatamente um cara compreensivo.

"O único problema é que a vida, para mim, já não tinha cor. Tudo o que eu via eram tons de cinza, preto e branco. A beleza ao meu redor havia desaparecido, escoado ralo abaixo, até que todas as cores haviam se tornado nada. Eu me sentia um nada."
Blaine procura deixar claro par Mia que não importa como ela vai conseguir o dinheiro, desde que ele chegue em suas mãos e ele está disposto a fazer com que as pessoas que estão próximas à Mia sofram as consequências caso ela não lhe pague, provando isso através da melhor amiga da protagonista.

"Deslizando a chave na fechadura, abri a porta e entrei devagar, na ponta dos pés. A luminária na mesa lateral do sofá estava acesa, mas nenhum som podia ser ouvido no local. Passei pelo móvel cor de vinho, que era grande demais para o espaço, mas também a peça mais confortável do universo. Quando me sentava em seu estofado macio, ele moldava o formato das minhas coxas e costas e envolvia meu corpo em um abraço de boas-vindas. Sim, o melhor de todos."


[Resenha] A Cidade Sinistra dos Corvos - Lemony Snicket

Título: A Cidade Sinistra dos Corvos
Série: Desventuras em Série
Autor: Lemony Snicket
Páginas: 232
Editora: Companhia das Letras
Lançamento: 2003
Nota: 3/5
Skoob
Os irmãos Baudelaire não conseguem acreditar no que lêem na primeira página do jornal.
Uma reportagem informa que o pérfido conde Olaf raptou não apenas os irmãos Duncan e Isadora Quagmire, mas também Esmé Squalor. O texto não poderia ser mais enganoso - Esmé tinha sido tutora das crianças recentemente, e os Baudelaire sabem muito bem que ela e o conde Olaf são aliados num plano maligno para se apropriar da fortuna das três crianças.
Violet, catorze anos, é a mais velha dos irmãos Baudelaire, os órfãos mais desafortunados do mundo. Klaus, o irmão do meio, tem treze anos e já leu mais livros do que qualquer criança de sua idade. Sunny, a mais nova, é um bebê pouco maior do que uma melancia.
Assim como os irmãos Duncan e Isadora, as crianças Baudelaire perderam os pais num incêndio, e a amizade com os Quagmire era praticamente o único acontecimento feliz que havia acontecido nas suas vidas desde que ficaram órfãos.
"Por um momento, com todo aquele ar passando por eles velozmente, os órfãos Baudelaire sentiram-se como se também eles pudessem alçar voo pelo ar, para longe do conde Olaf e de todos os seus problemas, e juntar-se ao círculo de corvos no céu do anoitecer."

Vemos nesse livro que os órfãos Baudelaire finalmente parecem estar livres do conde Olaf, mas não se engane, ele pode não aparecer a todo momento, mas um de seus cúmplices está ali desde quando as crianças chegam a C.S.C - a cidade denominada Cuidadores Solitários de Corvídeos - a nova tutora dos órfãos, porque vemos desde o início que eles acreditam que é preciso uma cidade inteira para educar uma criança.

Mas aos poucos vemos que os moradores da cidade estão pouco se importando com as crianças, eles não querem ser responsáveis por elas, e a todo momento os órfãos ficam aos cuidados de Hector - o faz tudo da cidade e a única pessoa que parece de fato se interessar pelo bem estar das crianças -, enquanto os outros moradores da cidade só se preocuam em passar várias tarefas absurdas que esperam que as crianças cumpram.

Além de tudo isso a cidade de C.S.C. é repleta de regras absurdas, e parece que os próprios moradores não conhecem todas, só aquelas que lhes interessam, por isso muitas vezes eles mesmos acabam quebrando alguma, mas ninguém parece conhecer a fundo todas a ponto de se lembrarem.

Mas uma vez vemos que a pessoa responsável pelas crianças não é de muita ajuda, afinal, Hector se sente intimidado pelo Conselho dos Anciãos e não consegue falar nada na presença dessas pessoas, mesmo em momentos que sejam extremamente necessário.

O ponto positivo desse livro é que finalmente os irmãos conseguem libertar ser amigos so trigêmeos Quagmire, mesmo que eles fiquem pouco tempo com os amigos já que algumas coisas acontecem e os impedem de sairem da cidade juntos.


[Resenha] Dreamville - Laura Melo

Título: Dreamville
Autora: Laura Melo
Páginas: 236
Editora: Fragmentos
Lançamento: 2017
Nota: 5/5
Skoob

Anny Blackmoon é uma garota sonhadora de mechas azuis nos cabelos, que ama fotografia e nerdices, mora num pequeno apartamento no edifício Plinceton, tem uma coelha de estimação e trabalha na biblioteca da Cidade Central de Dreamville.
Desde pequena Anny sonha em conhecer o mundo e se aventurar por lugares fantásticos.
Enxerga tudo da maneira mais inspiradora possível e consegue sempre encontrar magia em cada detalhe, desde as fumacinhas das chaminés dos vizinhos até o sininho da porta do café onde sempre toma seu chocolate quente com marshmallow.
Porém, num dia aparentemente comum, ela descobre que vive dentro de um livro, que sua vida inteira foi e está sendo escrita por algum autor (ou autora) doido qualquer e que ela é justamente isso: um personagem fictício.
Ela então precisa, junto com outras personagens bem diferentes dela, o que inclui um caçador de zumbis, um pirata charmoso, uma feiticeira que ama cozinhar e um goblin (ou melhor: um glow, jamais o chame de goblin) viciado em beterrabas, concluir uma missão importantíssima para enfim libertar sua história e poder trilhá-la da maneira que sempre sonhou, alcançando novas perspectivas antes nunca imaginadas.

"É muito triste e talvez até uma ironia do destino, uma pessoa tão desbravadora e mexedora oficial de coisas antigas ter rinite, não é mesmo?"

Logo no início do livro somos apresentados à Anny, uma garotinha que adora mexer em tudo, mas o sótão é especial para ela, afinal, é ali que ela guarda tudo o que encontra e as coisas que são preciosas para ela são guardada em um baú, seus pequenos tesouros, mas ela acredita que sempre tem algo novo ali a ser descoberto por ela, é dessa forma que a protagonista encontra em baixo de um velho sofá uma chave linda com um formato bastante diferente e que ela acredita ser extremamente mágico, guardando a chave em uma corrente no seu pescoço, mesmo usando sempre em um momento ela para de procurar o que essa chave poderia abrir.

Depois temos uma passagem rápida no tempo e vemos Anny agora com 20 anos, morando sozinha em um apartamento, na verdade não completamente sozinha, ela mora com sua coelha de estimação, sua vida não tem nada de especial como as aventuras que ela sempre lê.

Anny trabalha em uma biblioteca, às vezes faz um bico como babá - afinal um dinheiro extra sempre vai bem - vê pouco seus pais, não tem muitos amigos e ama ficar em casa assistindo filmes e séries, lendo livros e comendo, vamos concordar que muitos leitores provavelmente se identificaram bastante com essa parte.

Depois de estar totalmente acostumada com uma rotina é normal pensar que ela não vai mudar, e muito menos da forma como a de Anny mudou. Era um domingo como qualquer outro, ao menos assim pensava a garota, até que um convite para a inauguração de um café apareceu em baixo de sua porta, como não tinha planos apra fazer nada Anny decidiu que iria, mas algumas horas antes do evento recebeu uma ligação de sua chefe pedindo que ela recebesse um pacote com livros que eram extremamente importantes para a biblioteca, Anny foi à biblioteca e acabou dormindo, perdendo a chegada dos entregadores.

Já havia feito o que sua chefe tinha pedido - receber o pacote - quando ouviu um barulho vindo da estante 25A, Anny foi ver o que era aquilo, quando chegou ao corredor viu livros voando e um portal se abrindo diante de seus olhos, mal sabia ela que ali começaria a sua própria aventura.

Vemos então um mundo completamente diferente, que foge de tudo o que Anny conhecia, mas no fundo é tudo aquilo que ela esperava para viver uma aventura, mesmo que no início ela tenha ficado confusa, primeiro ouviu quatro vozes - daqueles que viriam se tornar seus amigos e companheiros de viagem - e depois magicamente ela estava em cima do telhado - pois é, ela também não sabe como isso aconteceu - e é nessa chaminé que ela fica conhecendo Bruce, Will, Genevra e Tiphy, com a chegada da quinta integrante finalmente o grupo está completo para começar a sua aventura.

Eles foram escolhisdos para uma missão onde outros grupos já fracassaram, eles precisam encontrar o baú de histórias e libertar os diários dos personagens para que assim cada um possa ser 'dono' de sua própria história, e não mais só um personagem que tem a sua vida controlada por um autor - ou autora - maluco.

Vemos que a cada lugar que passam eles encontram os mais diferentes tipos de personagens, ursos que usam chapéus, frutas que cantam, dinossauros, sombras que parecem sem esperança, pedras que reclamam e muitas outras coisas - dessas que só parecem fazer sentido na cabeça dos autores mesmo - assim como os personagens, as cidades por onde passam tem as suas próprias culturas, mas todos estão dispostos a ajudar os aventureiros que chegaram mais longe nessa missão.

De uma forma geral, vamos admitir, não tem como não deixar se envolver pela história e as páginas interativas não tem nem o que falar, é impossível não se encantar por elas. Mas vamos combinar, depois desse livro é impossível não querer que a nossa vida tambés esteja sendo escrita, também queremos a nossa próproa aventura como a da Anny.



[Resenha] O Elevador Ersatz - Lemony Snicket

Título: O Elevador Ersatz
Série: Desventuras em Série
Autor: Lemony Snicket
Páginas: 232
Editora: Companhia das Letras
Lançamento: 2003
Nota: 3/5
Skoob
Como nos episódios anteriores, o sexto livro de Desventuras em Série está repleto de desgraças, desespero e mal-estar.
Quando essa nova desilusão começa, os irmãos Baudelaire estão acompanhados do Sr. Poe, um executivo de banco que ficara encarregado das crianças depois da morte dos pais deles num horrível incêndio.
Eles vão até a residência da família Squalor, os novos tutores do Baudelaire. O Sr. Poe acredita que ali Violet, Klaus e Sunny estarão a salvo do ganancioso e traiçoeiro Conde Olaf.
A última maldade cometida por Olaf foi raptar os trigêmeos Quagmire, de quem os Baudelaire haviam ficado amigos no colégio interno.
Na nova casa, os irmãos parecem bem instalados, mas uma nova aparição do Conde Olaf vem trazer mais pavor aos Baudelaire. Eles agora têm de descobrir um jeito de se livrar dessa pérfida ameaça.
A resposta pode estar no elevador ersatz, uma escura e assustadora passagem secreta.
"Se você pegasse um saco plástico e o colocasse dentro de uma grande tigela, e depois, usnado uma colher de pau, mexesse bem mexido o saco dentro da tigela, poderia usar a expressão 'saco remexido' para descrever o que teria diante de você, mas não estaria usando a expressão do mesmo modo como estou prestes a usá-la agora."

Como todos os livros anteriores, não se pode alimentar esperanças de que algo bom vai acontecer com os jovens Baudelaire, pois isso mostraria como você vem lendo esses livros sem prestar a mínima atenção, afinal, o Conde Olaf mais uma vez está ali, disposto a inventar um novo plano para colocar as mãos na fortuna dos três irmãos.

Os adultos continuam sendo bastante inúteis para isso, nesse livro através de Jerome que tem preguiça de discutir qualquer coisa com as outras pessoas e por isso aceita tudo o que sua mulher Esme fala.

Enquanto Esme como tutora pouco se importava com as crianças, aparentava não gostar de estar na presença deles assim, como não tinha o menor interesse em lhes dar coisas que os agradariam, simplesmente queria estar na moda e saber o que estavam in ou out, o que por sua vez foi bem chato de se ler.

Vemos uma participação bem pequena do Sr. Poe, que depois de ser promovido em seu emprego, não temmuito tempo nem mesmo para dar atenção ou conhecer os novos tutores dos Baudelaire, deixando os garotos com uma simples informação de em qual andar era o apartamento em que iriam viver assim como a informação de que poderiam ligar para o banco de precisassem de algo, mas sabemos muito bem que essas coisas não funcionam, não nessa história pelo menos.

Dessa vez as crianças de fato só reconheceram o Conde Olaf, em nenhum momento eles suspeitaram dos outros atores presentes à sua volta.

Vemos também como estar morando em um bairro próximo à onde viviam com os pais muitas vezes acabou mexendo com as crianças.


[Resenha] Desvendando Princesas - Vanessa Marques

Título: Desvendando Princesas
Autora: Vanessa Marques
Páginas: 365
Editora: Planeta Literário
Lançamento: 2015
Nota: 4/5
Skoob
São Vicente está em festa!
Finalmente, o príncipe Nicolas Volkovich irá se casar com uma plebéia! A família Haddad está em êxtase porque, em breve, sua primogênita se tornará uma princesa!
Seria um conto de fadas perfeito, se no meio dele não existisse um porém… Luciana, a futura princesa, desapareceu e somente sua irmã poderá ajudá-la.
Isabella Haddad saiu de São Vicente após um momento trágico e prometeu jamais retornar. Seguiu sua vida e teve sua chance de recomeçar. Até que um simples telefonema na madrugada diz exatamente o que ela menos queria: era a hora de voltar para casa!
Será que Isabella conseguirá desvendar o mistério do desaparecimento da princesa e resistir a tudo aquilo que deixou para trás? Até que ponto o perdão pode apagar as mágoas do passado?
"Sua expressão expôs claramente o quanto minha pergunta havia a deixado desconfortável e pouco me importava com isso."

Confesso que no início o livro demorou um pouco para me prender, mas assim que as coisas começaram de fato a acontecer, que passamos a ver mais a fundo tudo o que estava acontecendo dentro do castelo não foi difícil se ver envolvido querendo saber tudo o que iria acontecer.

O livro começa com Isabella rescebendo uma ligação muito estranha de sua irmã Luciana, ao descobrir que ela foi sequestradas, nem mesmo a sua vontade de se manter longe do seu passado a para, e vemos que o destino leva Isabella de volta a sua cidade natal, São Vicente.

As pessoas estão sendo mantidas com poucas informações, e ninguém de dentro do castelo parece saber o motivo de Luciana ter sido sequestrada. Isabella está atrás de pistas para entender tudo o que aconteceu e até mesmo ter uma chance de descobrir onde sua irmã está, mas nada é tão simples.

Vemos que o passado volta para assombrar a protagonista, assim como algumas revelações de coisas que aconteceram, mentiras são descobertas e é inevitável que algumas pessoas fiquem magoadas com essas revelações.

Durante a leitura é impossível não torcer para que Isabella seja feliz, vemos que muita coisa aconteceu na vida dela, mas se a protagonista deixar o seu orgulho um pouco de lado, ela vai ser que tem muias pessoas que a amam e quem sabe assim ela mesma consiga ser feliz.

Confesso que nunca tinha lido nada da autoa e eu realmente gostei da forma como ela abordou tudo, como conseguiu dar importância para a participação de todos os personagens, e mesmo com um numero grande de participações, ela não se desviou da persoangem principal, em vários momentos vimos que ela conseguiu fazer com que a história envolvesse a protagonista sem ficar algo chato.


[Resenha] Roubada - Lesley Pearse

Título: Roubada
Autora: Lesley Pearse
Páginas: 384
Editora: Novo Conceito
Lançamento: 2012
Nota: 4/5
Skoob
Ao se aproximar, David percebeu, para seu horror, que era uma mulher. Suas pernas desnudas ainda estavam dentro da água e, quando as ondas chegavam, levantavam a saia do vestido e faziam com que se agitassem.
A cabeça não ficou visível até que ele se aproximasse, e David percebeu que ela era jovem, com mais de 20 anos, esguia e bela, e que seu cabelo loiro havia sido cortado de forma descuidada e brutal.
- Quem é você? - ele perguntou, abaixando-se ao seu lado nos pedriscos da praia, erguendo-a até que estivesse sentada e apoiada contra seu ombro. David tomou o pulso da mulher. Embora a pele dela estivesse fria como o gelo e muito enrugada por causa da submersão, ele conseguiu sentir uma pulsação leve.
Contrariando todas as expectativas, ela está viva, mas não faz a menor ideia de quem seja. Contudo, quando sua foto é colocada no jornal local, uma antiga companheira de trabalho no cruzeiro que fez pela América do Sul a reconhece.
Quando uma bela moça loira foi encontrada desacordada em uma praia, ela não tinha nenhuma lembrança de quem era ou dos horrores pelos quais havia passado antes de chegar ali.
A esteticista Dale não via Lotte Wainwright há tempos, mas, para seu pesar, reconheceu sua amiga na foto publicada pela imprensa local em um artigo que noticiava as misteriosas circunstâncias do aparecimento da jovem que, recentemente, havia dado à luz...

"Ela podia fazer qualquer coisa para convencê-los de que estava disposta a ir adiante com o plano de ter um bebê para eles, de que queria apenas o dinheiro e de que nunca falaria sobre o caso para ninguém, mas eles nunca voltariam a confiar nela."

Após ser encontrada em uma praia, em um estado de dar dó, vemos que Lotte deixa muita gente intrigada com o que aconteceu com a garota, afinal, ela perdeu a memória e aparentemente ela tem alguns ferimentos que indicam que algo muito sério aconteceu.

Lotte não é o tipo de pessoa que tem muitos amigos, mas quando as pessoas a conhecem um pouco mais é impossível não se apaixonar pelo jeito delicado, pretativo e meigo da garota. Não importa muito o quanto a situação esteja complicada, aparentemente Lotte sempre está disposta a colocar as necessidades dos outros antes das suas próprias.

Descobrimos que Lotte trabalhou em um navio cruzeiro com Dale e Scott, onde se tornaram grandes amigos, e são eles que a reconhecem em uma foto no jornal, o que faz com que Lotte não seja mais uma pessoa totalmente desconhecida.

Depois que o contrato deles no navio cruzeiro acabou, vemos que Lotte ficou um ano distante, incomunicável e nenhum de seus amigos teve notícias dela, mas ninguém sabia o motivo disso. Quando Dale e Scott encontram Lotte é complicado entender o que aconteceu, já que ela não se lembra deles, mas ao menos já tem alguma lembrança de outros dois amigos.

A medida que Lotte recupera sua memória, vamos descobrindo o que aconteceu, ela acaba sendo sequestrada, mas Dale acaba sendo levada junto com ela, mas ao ficar presa no cativeiro, a memória de Lotte volta toda de uma vez, não mais aos poucos, e vemos o quanto ela sofreu nesse último ano, o que leva aos leitores a pensarem que ainda bem que eles não são Lotte, porque MUITA coisa ruim aconteceram e voltam a acontecer com essa garota, mesmo que tenha alguns momentos de felicidade, mas a vida como um todo foi muito cruel com ela.

A história do livro demorou um pouco a me prender, confesso que já havia começado a leitura umas três vezes e não tinha tido vontade de continuar, mas dessa vez consegui me ver envolvida por toda a história, cenário e personagens.


[Resenha] Dark Needs - T. M. Frazier

Título: Dark Needs
Série: The Dark Light of Day
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 90
Editora: Booktrope Publishing
Lançamento: 2015
Nota: 5/5
Skoob
'A matança por vingança é o melhor tipo de matança. Mas a vingança pela sua família, com permissão de sua mulher? Isso era infinitamente erótico.'
- Jake, The Light Dark of Day
Jake voltou para casa, para Abby depois de violentamente descartar o homem que quase destruiu sua família. Com sangue, literalmente, ainda em suas mãos, a única coisa na mente de Jake é recuperar o tempo perdido com a mulher que ele ama.
Dark Needs é uma novela amorosa paara The Light Dark e não faz muito sentido, a menos que você já esteja familiarizado com a história de Abby e Jake em The Light Dark of Day...
"Era fácil viver com uma teoria, algo que quase não era real, porque não era algo que ela tinha de lidar."

Nesse livro vemos um Jake muito diferente do apresentado no livro anterior, depois de ter se casado com Abby, ele parece ter se aposentado e está tentando levar uma vida comum, e muito mais feliz do que ele e Abby tiveram, afinal a sua pequena merece isso.

Agora que Owen não é mais uma ameaça para nenhum deles, eles podem estbeler e tentar levar a vida de uma forma mais 'normal', ou ao menos assim eles pensavam, até que Jake acaba sendo preso pelo assassinato de Owen.

Bethany, mãe de Owen, acabou se aproximando da família e conquistou o amor da pequena filha de Jake e Abby, ela está se mostrando uma avó bem dedicada para a menina, principalmente agora que se afastou de seu trabalho como promotora por estar com alguns problemas sobre o que é certo e errado.

Na cadeia vemos que ele conhece um outro cara, que diferente dele, não tem a aparência de um anjo, o outro homem parece ser o própro demônio encarnado, mas vemos que não é isso, ele só quer se apresentar, afinal, sabe que um dia pode precisar de Jake, mesmo que seja para trazê-lo de volta ao antigo negócio.


[Resenha] The Dark Light of Day - T. M. Frazier

Título: The Dark Light of Day
Série: The Dark Light of Day
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 258
Editora: Booktrope Publishing
Lançamento: 2013
Nota: 5/5
Skoob
Abby tem vivido um inferno e sobreviveu a uma das infâncias mais brutais imagináveis... por pouco.
Para o mundo exterior, ela é apenas uma solitária com atitude.
Quando sua avó morre em uma explosão trágica, Abby fica com perguntas e nada mais.
Desabrigada, dormindo em um ferro velho, e fugindo de um sistema que tem falhado com ela uma e outra vez, ela conhece Jake, um motoqueiro de olhos azuis tatuado com segredos que rivalizam com os seus próprios.
Duas almas quebradas que não podem ser curadas. Eles não podem ser salvos.
Abby e Jake tem que decidir se eles podem aceitar a escuridão não apenas de dentro um do outro, mas dentro de si.
Se eles podem aceitar um ao outro pelo que eles realmente são, eles podem ser capazes de aprender que o amor nem sempre é encontrado na luz.
Cuidado: Este não é o seu romance típico. A história de Abby & Jake contém situações pertubadoras, violência gráfica, sexo, linguagem forte, uso de drogas, e todos os tipos de abuso.
"Eu o tinha deixado entrar em minha vida, para os meus segredos e minhas feridas, mas o pensamento de deixá-lo entrar em meu corpo ainda me deixava em pânico."

A história contada nesse livro acontece antes da história de King, mas para quem - como eu - leu King antes, é bom saber que tem um livro que conta a história desse personagem que não é muito citado nos livros anteriores. É interessante ver como esse é um daqueles livros que a gente pega sem nenhuma pretenção, mas acaba sem conseguir largar.

Jake é um bad boy problemático, e bastante mau, mas conhecemos um pouco a fundo a sua história e passamos a entender o motivo dele ser dessa forma distante e bastante sem coração.

Já a história de Abby, dá um aperto enorme no coração e ficamos um pouco tristes com o que vem acontecendo com a garota, a vida dela está longe de ser o que podemos chamar de fácil. Ela perde a avó e como ainda é menor de idade precisa se virar para fugir da assistência social, afinal, ela já sofreu bastante em lares adotivos no decorrer de sua vida. Em meio a essas fugas ela acaba conhecendo Jake, um rapaz que acaba a auxiliando a sair de toda essa confusão e a partir daí vemos uma relação começar a surgir.

Quando os dois começam a se sentender, mesmo acima de todos os segredos, vemos que eles merecem ser felizes, ams a felicidade dos dois não dura muito e termina de uma forma cruel.

Abby é diferente da mocinha conhecida, ela é forte, é uma sobrevivente de todas essas confusões, ela não vai ficar cheia de frescuras.


[Resenha] Inferno no Colégio Interno - Lemony Snicket

Título: Inferno no Colégio Interno
Série: Desventuras em Série
Autor: Lemony Snicket
Páginas: 200
Editora: Companhia das Letras
Lançamento: 2002
Nota: 3/5
Skoob
Nada de aventuras emocionantes com final feliz: Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são legais e inteligentes, mas a vida deles está repleta de má sorte e infelicidade.
Neste livro, os órfãos mais azarados do mundo enfrentam caranguejos que mordem, exames hiper-rigorosos e os castigos duríssimos de um internato. O colégio se transformou em mais um desastroso episódio de suas vidas horríveis.
Desta vez, eles precisam escapar de fungos gotejantes, assistir a recitais de violinos, domar o sistema métrico e sobreviver a exercícios de D.O.R. Violet, Klaus e Sunny têm o poder de atrair desgraças.
Quem gosta de histórias alegres não deve nem abrir este livro, avisa o autor, pois as histórias de dos Baudelaire são sempre uma desventura pior do que a outra.
"A expressão 'seguir o exemplo' não significa necessariamente seguir um bom exemplo, embora muitas pessoas não saibam disso."

Desde o início desse novo livro já é possível eprceber que a estadia dos irmãos Baudelaira no novo colégio não vai ser muito diferente das experiências com os tutores anteriores, ao menos não no quesito de terem dias mais felizes, já que a escola parece seguir algumas regras que podem surpreender os três irmãos.

Mas temos que concordar que isso não é uma surpresa muito grande, infelizmente já nos acostumamos a ver as coisas darem errado para os irmãos Baudelaire, e isso não parece que vai ser resolvido, não enquanto os adultos parecem não acreditar neles e teimam em deixar o Conde Olaf livre, afinal, ele é a pessoa com maior interesse em prejudicar as crianças.

Como já foi visto nos outros livros da série, os adultos apresentam uma grande limitação em acreditar nas crianças, por mais que os irmãos Baudelaire sejam inteligentes, eles são tratados como se fossem os mais tolos.

Nesse livro ainda temos o vice-diretor Nero, um personagem que é extremamente cansativo e faz com que leitura desse livro fique exaustiva. Mas como complemente da série, é extremamente importante a leitura desse exemplar, já que alguns acontecimentos citados aqui parecem que serçao importntes para as próximas histórias.


[Resenha] Preppy - Parte 3 - T. M. Frazier

Título: Preppy - Parte 3
Série: King
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 300
Editora: Kindle Edition
Lançamento: 2017
Nota: 5/5
Skoob
A gravata-borboleta está de volta!
Dre era apenas uma bela estranha quando Preppy a salvou pela primeira vez. Agora, ele tem que salvá-la novamente, mas ela não é mais uma estranha, ela é família, e ele não tem ideia de quem ou o que ele enfrenta.
O que ele sabe é que juntar a família é o único resultado aceitável.
A lista de tarefas para fazer?
SALVAR FAMÍLIA. PROCURAR VINGANÇA.
Ele está vivo... e ele quer SANGUE.
Preppy Parte III é o terceiro livro e a conclusão da história de Preppy e Dre. É também o 7º livro da Série King, que para começar deve ser lido KING & TYRANT.
"Tudo o que tinha escrito era para me encontrar na torre d’água e ela provavelmente estava se perguntando por que diabos eu pedi a ela para me encontrar aqui, mas eu não tinha dúvida de que ela viria."

Sejamos sinceros, não tem como não amar o Preppy não é mesmo?! Quem não ficou triste com o destino trágico que pensamos que o cara das gravatas borboleta havia ganhado no primeiro livro? Ficamos imaginando várias vezes histórias apra ele, sem de fato queremos acreditar naquilo, ainda bem, afinal Samuel estava aí, pronto para voltar para a vida de todos.

No início já ficamos surpreendidos com o desenrrolar da história, pela primeira vez algo que acontece com os meninos de Logan's Beach parece fácil demais, é a primeira vez que alguém com desejo de vingança por eles é tão ruim de serviço.

Vemos como Preppy é louco por Dre e vice e versa, mas ao mesmo tempo eles querem fazer a coisa certa, assim como Preppy acaba contando toda sua história para o pai de Dre, mas diferente do que um pai 'normal' fara, ele não julga o garoto, sabe que ele é pouco convencional, mas é o responsável por fazer a sua filha feliz.

Vemos como Preppy, mesmo com aquele jeito de criança não é exatamente um entendedor, principalmente quando é com o filho dos outros, vemos a participação frequente de Ray, Bear e ing nesse livro, mas Thia pe algupem que aparece muito pouco, mas em momentos que se mostram importantes.

Mas a maior surpresa desse livro é Bo, não só por ele começar a falar, mas por suas ações, ele está longe de ser uma criança normal - e dessa vez nem é culpa de seus pais adotivos - mas ele tem um lado sombrio nele, não que isso seja ruim, afinal, vemos que isso se torna algo útil no livro.

O livro segue a linha dos anteriores, é uma história incrível que vale a pena conhecer mais a fundo, e quando vocêe vai entendendo tudo pelo que os personagens passaram, é impossível não se apaixonar por eles.


[Resenha] Convergente - Veronica Roth

Título: Convergente
Série: Divergente
Autora: Veronica Roth
Páginas: 528
Editora: Rocco Jovens Leitores
Lançamento: 2013
Nota: 4/5
Skoob
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição.
Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
O livro, que chega ao Brasil no momento em que Divergente estreia nos cinemas, alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times.
"É estranho como uma palavra, uma expressão, uma frase, podem parecer um golpe na cabeça."

Assim como o livro anterior, esse também começa cheio de ação, mas não estamos mais envolvidos só no mundo que é dividido entre as facções, estamos vendo o que acontece dentro e fora da cidade.

Após a mensagem de Edith Prior, vemos o sistema de facções ruir, enquanto Tris e seus amigos descobrem que existe algo mais, fora dos muros de Chicago. Vemos uma grande confusão com a população, alguns aceitam bem o novo governo, enquanto outros ficam divididos entre retomarem o sistema de facções. Mas para alguns que descobriram o que existe além dos muros, parece simplesmente impossível retomar a vida de antes, quando eles viviam na ignorância sobre o que há além dos muros.

Tris e outras pessoas conseguem sair da cidade e descobrem o que está por trás disso, vemos que suas descobertas nos fazer questionar tudo o que sabíamos até o momento, assim como os personagens, percebemos que existe algo muito mais complexo por trás, que a história é muito mais surpreendente do que imaginávamos.

De uma forma geral, o livro é bom, mas a autora deora um pouco para fazer com que a história fique interessante, e no início não temos muito além da constante impressão de enrolação. Talvez seja o livro mais fraco de toda a trilogia.


Resenha | Agosto (A Garota do Calendário #8) de Audrey Carlan

O que você faria para salvar a vida de seu pai? A vida é feita de escolhas. Mia Saunders fez a dela. Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato.

A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser...

Agosto virá com uma tarefa diferente para Mia: ir a Dallas fingir ser irmã do jovem magnata e caubói Max. Mia sabe que sua contratação tem a ver com os negócios de Max, mas nunca poderia imaginar o que está prestes a acontecer.

 Série A Garota do Calendário | Erótico | 160 páginas | Ano 2016 | Verus | Skoob 
Lido em 1 dia | Avaliação: 5 estrelas

  

"Por algumas horas, ele me acompanhou de departamento em departamento, me apresentando sempre como sua irmã. Eu podia jurar que, a cada apresentação, o nível de orgulho em sua voz se tornava mais verdadeiro. Todo o cenário confundiu minha mente e me fez sentir estranha, como se eu fosse um barco sem âncora nem remo. Eu não tinha nada além da força dos meus braços para remar na água fria e me levar de volta à margem."
Talvez esse tenha sido o mês que mais me agradou até agora desde que Mia começou essa jornada, sabemos que ela precisava juntar uma quantidade alta de dinheiro, que seus clientes pagariam bem para ter a companhia de Mia, mas a autora não mediu esforços para dar dinheiro aos rapazes que contratam Mia, porque todos eles tem dinheiro de sobra, não que sejam ricos, eles estão no nível podre de ricos mesmo.

Mas agora em Agosto, Mia foi contratada para se passar pela irmã de  um poderoso magnata, e mais uma vez vemos um livro da série em que o seu foco é outro, que está totalmente longe do sexo, mas tudo que Max vai falando vai nos deixando com uma pulga atrás da orelha e aquela constante dúvida...

"Ele começou a rir e abraçou meus ombros, me puxando para perto do seu corpo grande mais uma vez enquanto caminhávamos por um dos enormes corredores. Eu odiava admitir, mas gostava da proximidade do que parecia ser a ligação entre um homem e uma mulher sem o aspecto sexual para confundir a simples conexão humana. Com Maxwell, era fácil. Aquilo funcionava em um nível que eu não esperaria se não estivesse ali para experimentar por mim mesma. Max era um cara bom, e, quanto mais tempo eu passava ao seu lado, mais certeza tinha de que realmente gostava de sua companhia. Eu gostava do fato de ele ser simples e direto. Um homem de verdade."
Max e sua família foram tão receptivos com Mia a todo momento que de fato nos levaram a acreditar que ela era um membro da família, e porque não? Se ela precisa viver aquele papel nada melhor do que estar cada vez mais envolvida com a realidade do personagem que deve ser interpretado não é mesmo?

Mia fica um pouco desconcentrada com esse trabalho, não que ela tenha algum problema com a ideia de interpretar a 'irmã' misteriosa para Maxwell, mas como sempre é reforçado, ela praticamente criou a irmã, e não sabe lhe dar muito bem ao ver que Max e sua esposa demonstram preocupação com ela, sendo pessoas carinhosas e procurando atender suas necessidades, a fazendo se sentir protegida, Mia simplesmente parece não saber lhe dar com esse tipo de coisa.

"Como podia ser? Aquela mulher com certeza era minha mãe. Muito mais jovem, mas ainda assim era ela. Eu poderia reconhecê-la em qualquer lugar. Na foto, ela estava segurando uma criança de cerca de um ano, com cachos loiros como um halo em torno da cabeça. Balancei a minha, e as lágrimas caíram sem parar."
Assim que recebeu as informações sobre o "papel" que teria que interpretar esse mês de irmã de Maxwell, Mia ficou um tanto 'encucada' com a história, afinal, a misteriosa irmã o milionário tem o mesmo nome e data de nascimento de Mia, mas ele explica para ela a situação deixando claro que aquilo seria só até que eles encontrassem a 'verdadeira Mia'.

A protagonista resolve ajudá-lo afinal, ela continua precisando do dinheiro, e agora parece que está cada vez mais próxima de conseguir livrar sua família de Blaine, mas assim que chega na casa de Maxwell uma sensação familiar a atinge, a medida que o mês vai passando Mia vai percebendo um comportamento estranho nos membros da família, até que chega um momento em que ela não aguenta mais e dá um basta em toda essa situação.

No dia seguinte à conversa em que Mia fala com eles sobre tudo ela se apresenta à empresa como a irmã desaparecida, para reclamar a porcentagem da empresa que lhe pertence por direito, mas é aí que alguns segredos são revelados e a vida de Mia muda completamente e ela começa a entender alguma coisas.

"A menininha espiou por trás da perna da mãe. Os olhos verde-claros e o cabelo dourado emolduravam o rosto em forma de coração, parecido com o do pai. Lábios de querubim apareceram quando ela saiu do esconderijo. Olhei em seus olhos e cabelos, e aquela sensação de familiaridade despertou novamente. Eu devia ter encontrado essa família antes, mas não sabia dizer quando."
A cada momento a autora vai fazendo o leitor se questionar se era exatamente aquilo que ele havia pensado, confesso que agosto foi um livro que terminou me deixando com mais perguntas do que eu tinha logo no início, mas confesso que eu gostei muito do rumo que a história tomou e de como parece que as coisas finalmente vão começar a se acertar de agora para frente, mesmo que Mia continue se mostrado bastante orgulhosa pra muita coisa.

Confesso que tive um pouco de receio, afinal, faltam só quatro meses para o fim de todo o contrato que Mia fez com a sua tia, e também o acordo que ela fez com Blaine para o pagamento da dívida, mas mas esse livro nos mostra um pouco mais sobre a história de vida de Mia, conhecemos um pouco mais de seu passado, algo além daquela história de que ela praticamente criou a irmã sozinha.

"Bufei, peguei uma fatia de bacon e a coloquei na boca. A textura crocante e salgada da carne deliciosa cobriu meu paladar como um manto de perfeição. Bacon, o alimento perfeito. Mastiguei por alguns momentos, pensando em como encararia a questão. Sim, eles estavam sendo gentis, ainda que de forma exagerada. Mas — e aqui cabia um enorme mas — eles tinham feito aquilo sem me consultar. Era a minha vida, a minha família, não deles. Eles precisavam entender a gravidade do que tinham feito."


[Resenha] Insurgente - Veronica Roth

Título: Insurgente
Série: Divergente
Autora: Veronica Roth
Páginas: 512
Editora: Rocco Jovens Leitores
Lançamento: 2013
Nota: 5/5
Skoob
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando.
E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas.
Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
"Porque, dentro de mim, há uma fera que rosna, ruge e luta por liberdade, por Tobias e, acima de tudo, pela vida. Por mais que eu tente, não consigo matar essa fera."

Nesse livro vemos a continuação de tudo o que aconteceu em Divergente, de como as atitudes tomadas pelos membros da Erudição fizeram com que tudo se tornasse um grande caos. Vemos nesse livro muitas respostas para questões que haviam ficado em aberto do final do livro anterior, assim como o motivo que levaram a criação desse sistema de facções.

É possível perceber como os persoangens estão cheios de conflitos com muitas coisas que stão acontecendo ali, Tris por sua vez não consegue se abrir com niguém, se sente culpada, mas prefere carregar a culpa e responsabilidade sozinha, mas seus conflitos internos são muito mais complicados do que a própria garota acha.

Por sua vez temos Tobias, ou Quatro, e outros personagens que foram marcantes já no livro anterior como Christina, podemos ver como todos eles amadureceram de forma inesperada nesse livro, mesmo que essas muitas vezes não sejam decisões fáceis, mas ainda sim no momento de necessidade vemos como muitas vezes eles vão ter que aprender a lhe dar com coisas ou atitudes que tiveram que tomar em algum determinado momento de todo esse conflito, no fundo esperando que possam amaducer juntos.

Esse é um daqueles livros que te faz questionar muita coisa pela qual já passou sem de fato perceber a importância ou o impacto que algumas escolhas teriam no decorrer da sua vida.

A autora consegue manter a história interessante o que faz com que não seja cansativo ler mais de 500 páginas - uma coisa que poucas pessoas conseguem - assim como as coisas acontecem em momento exatos, mesmo que nesse livro não tenha muita coisa entre Tris e Quatro, afinal o foco dele não é bem o ramance, mas a autora procurou deixar alguns momentos fofos entre os dois para que o leitor pudesse perceber que mesmo na correria em meio ao caos, os dois persoangens ainda possuem sentimentos bem fortes um pelo outro.



[Resenha] All the Rage - T. M. Frazier

Título: All the Rage
Série: King
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 304
Editora: Kindle Edition
Lançamento: 2016
Nota: 4/5
Skoob
Eles me chamam de Rage.
Meu nome real é como uma sombra, sempre perto, mas nunca capaz de alcançá-lo.
Eu voo sob o radar porque ninguém suspeita que eu seja capaz do tipo de violência brutal que eu me comprometo todo dia.
Você vê, eu sou uma menina. Eu tenho dezenove anos.
E eu sou uma assassina.
Esta vida é tudo o que sei. É tudo que eu quero saber. Ela mantém as merdas enterradas que eu preciso manter enterradas. Ela me permite viver sem pensar muito.
Sem reviver o passado.
Até ele.
Tudo muda quando um garoto comum se torna o meu próximo alvo.
E o meu primeiro amor.
Eu tenho que escolher.
A única vida que eu já conheci tem que morrer, ou ele.
De qualquer forma, eu vou ser a única puxar o gatilho...
"Porque na minha história, se você ama alguém o suficiente, você deve primeiro soltar a arma."

Depois de ler os livros da série, é impossível não se ver envolvida e queendo saber mais sobre essa personagem um tanto curiosa que deixa até mesmo os mais bravos homens com um pé atrás.

Afinal, que poderia imaginar que uma menina com aparência inofensiva e que sempre está vetida com rosa, poderia ser uma pequena incendiária e psicopata? Desde pequena Rage era diferente das outras pessoas, e era comum para ela os passeios à vários psiquiatras que sempe falavam a mesma coisa, que ela não sentia nada, não tinha empatia pelas pessoas. Mas Rage senti algo uma grande vontade de matar, e isso ela só compartilhou com Cody, seu melhor e único amigo, eles então decidem fazer uma lista de coisas para Rage, para que ela possa tentar ser mais 'normal', mas não é possível mudarmos quem somos, não totalmente e essa lista não dá muito certo.

Rage então resolve fugir com Smoke, um motoqueiro que ela conheceu e foi a pessoa que lhe ensinou a atirar, que entendeu que ela era diferente das oitras pessoas. Smoke passa a ser o mentor de Rage nos próximos três anos e também um de seus clientes quando precisava que algo fosse feito.

Em um dos trabalhos a serem feitos para Smoke, Rage acaba conhecendo Nolan, para ela, ele é apenas mais um alvo, ou ao menos assim ela pensava até que as coisas mudaram bastante. Rage começa a sentir coisas que ela nunca havia sentido antes, vemos que os dois guardam segredos e quando eles vêem a tona, as coisas tendem a mudar bastante e o inferno vai ser pequeno para tudo o que vai acontecer.

O livro é ótimo, assim como todos os outros da série, mas por ser uma personagem que me intrigava bastante, achei que o livro deixou um pouco a desejar... Não que a história seja ruim, pelo contrário, ela é ótima, só podia ter sido melhor explorada.


[Resenha] A Esperança - Suzanne Collins

Título: A Esperança
Série: Jogos Vorazes
Autora: Suzanne Collins
Páginas: 424
Editora: Rocco Jovens Leitores
Lançamento: 2011
Nota: 3/5
Skoob
O volume final da trilogia 'Jogos Vorazes', de Suzanne Collins, é exatamente o livro pelo qual os fãs esperavam: complexo, imaginativo e, ao mesmo tempo, brutal e humano.
Depois de sobreviver aos jogos por duas vezes, Katniss Everdeen tentará se encontrar no papel de símbolo de uma revolução, enquanto luta para proteger sua mãe e sua irmã no meio de uma guerra.
A série, com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos, é o mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos, e mistura ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia com muita ação e aventura.
Katniss conseguiu sair da arena pela segunda vez, mas, mesmo assim, ainda não está a salvo. A Capital está irritada e quer vingança e, por isso, inicia uma represália a toda a população.
Numa trama tão violenta quanto psicológica, Suzanne Collins consegue provocar, em A Esperança, um debate sobre a moral e os valores da guerra e as consequências das escolhas feitas por cada um dos personagens.
Ser o símbolo da revolução tem um preço alto para Katniss, que terá que decidir o quanto da sua própria humanidade e sanidade ela poderá arriscar em nome da causa, dos seus amigos e da sua família.
É pela voz da protagonista, ainda mais feroz e obstinada, que a autora desafia o leitor a refletir em meio a cenas cruéis de combate. Tudo isso numa narrativa brilhante, com viradas surpreendentes que levam a um desfecho chocante e original.
Ambientado num futuro sombrio, a saga 'Jogos Vorazes' é pioneira de uma tendência que ganhou força no mercado de bestsellers juvenis: a dos romances distópicos e pós-apocalípticos.
As obras renderam à autora Suzanne Collins lugar na badalada lista de 100 personalidades mais influentes do ano da revista Time em 2010. Com narrativa ágil e ousada, os livros da trilogia foram traduzidos para 44 países e vêm atraindo leitores de diversas faixas etárias.
"Eu não sinto mais qualquer fidelidade a estes monstros chamados seres humanos."

Talvez esse seja o mais cansativo dos três livros, mas isso não quer dizer que ele é ruim, só se torna um tanto chato no decorrer das páginas, Katniss se mostra muito repetitiva nesse livro ao lhe dar com seus próprios conflitos.

Vemos o momento em que todos os personagens precisam começar a assumir as consequência de suas escolhas, e que Katniss precisa ver que depois de tudo o que passaram, sua irmã não é mais aquela garotinha boba que foi sorteada para os Jogos Vorazes e que não sabia o que fazer e morreria no primeiro momento na arena se a irmã mais velha não tivesse assumido seu lugar.

Katniss ainda está um pouco confusa com o que aconteceu no final dos Jogos anteriores, ou melhor, com o que aconteceu no meio dos jogos, já que muitos ainda estavam vivos no moemnto em que eles terminaram com as coisas e mais uma vez enfureceram a Capital e o presidente Snow.

Diferente do que acontece na maioria dos livros, vemos que Katniss não é aquela protagonista perfeita que independente do que aconteça nada a afeta e ela está sorrindo, muito pelo contrário, vemos seus pontos fortes e fracos e mesmo em momentos de dúvida ela não foge das responsabilidades, mas ainda sim muitos momentos fazem com que tenha uma leitura cansativa pela repetição da ladainha. Ela está tão confusa com tudo o que está acontecendo que não tem sanidade para definir o que vai acontecer com o seu dilema amoroso e não consegue escolher entre Gale e Peeta.

Temos um novo grupo, disposto a usar a imagem de Katniss para ser alguém que irá inspirar as pessoas, que por vezes saem com o intuito de fazer uma 'propaganda' para a rebelião, mas esquecem que o ambiente que eles estão procurando está mais para uma guerra.

Temos algumas mortes que são extremamente bobas e as pessoas poderiam ter se salvado por pequenas coisa, vemos que mesmo com intenções que parecem ser boas, temos muitos personagens que não medem esforços para conseguirem o que querem, e ao emsmo tempo, vemos mortes bobas para persoangens bastante espertos que não deveriam ter terminado daquela forma.

De uma forma geral o livro é bom, é importante para ver um final depois de tudo o que aconteceu, não é o melhor da série, mas é importante para terminar a trilogia.


[Resenha] Divergente - Veronica Roth

Título: Divergente
Série: Divergente
Autora: Veronica Roth
Páginas: 504
Editora: Rocco Jovens Leitores
Lançamento: 2012
Nota: 4/5
Skoob
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível.
Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
"Acredito nos atos simples de bravura, na coragem que leva uma pessoa a se levantar em defesa de outra."

Nesse livro, vemos um mundo muito diferente do que conhecemos, a história se passa em uma Chicago futurista onde a sociedade está dividida em cinco facções: Abnegação, Erudição, Audácia, Franqueza e Amizade.

Os membros da Abnegação consiste em um grupo de pessoas que não pensam em si mesmas de modo algum, pensam no bem-estar do próximo, por esse motivo eles acabam sendo os líderes do governo responsável por essa sociedade.

Na Erudição se encontram as pessoas que estão sempre em busca de mais conhecimento, aqueles que são sedentos pelo saber, é onde são criadas as tecnologias utilizadas pela sociedade assim como todos os seus avanços tecnológicos.

A Audácia é formada pelos membros que estão em busca de aventura, eles são os corajosos da sociedade, admirados por muitos, são os responsáveis por proteger a cidade, assim como muitas vezes agem como guardas a fim de amenizar conflitos.

Os que escolhem a Franqueza como sua facção prezam a verdade acima de tudo, falam sem pensar muito no que a outra pessoa vai sentir ao ouvir aquilo, por esse motivo eles são os juízes dessa sociedade.

Quem vive na Amizade, é responsável por manter a cidade com suas produções, eles são os agricultores e raramente possuem problemas com as pessoas de outras facções.

Fora desses grupos temos ainda dois outros grupos que são compostos pelos Divergentes e os Sem-Facção.

Os Divergentes são vistos como um perigo para a sociedade, são os membros que possuem aptidão apra mais de uma facção. Normalmente quando um divergente é descoberto ele é eliminado, antes que possa fazer algo que possa ameaçar esse delicado equilíbrio.

Os Sem-Facção são aqueles que não conseguiuram passar em todas as etapas para pertencerem à sua nova facção, e não podem voltar para a antiga mais, eles vivem na miséria em meio as ruas, muitas vezes dependendo da bondade dos membros da Abnegação.

Com 16 anos de idade, vemos os membros dessa sociedade terem a chance de escolher o seu destino, ao decidir em que facção irão viver para o resto de suas vidas, se é naquela em que nasceram, ou na que gostaria de pertencer?

Vemos uma luta grande na vida de Beatrice Prior, que está tentando se manter na lista da Audácia a fim de não virar uma Sem-Facção enquanto temos um membro importante de uma outra facção conspirando contra a fim de derrubar o governo que vive na Abnegação.


Todos os direitos reservados @2016 - Programação: Algodão Doce Design