[Resenha] Will & Will - John Green e David Levithan

Título: Will & Will
Autores: John Green e David Levithan
Páginas: 352
Editora: Galera Record
Lançamento: 2014
Nota: 4/5
Skoob
Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson.
Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une.
Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções.
O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.
"Mas falar com você me faz sentir como se o ventilador tivesse sido desligado por um tempo."

A primeira coisa a dizer desse livro é que ele é confuso em alguns momentos, já que quando começa o livro não menciona ao certo de quem estamos falando, e por ter dois personagens com o mesmo nome - Will Grayson - ficamos perdidos.

A primeira impressão do livro que tive é que o Will era um garoto confuso, que tinhe três amigos importantes para a história - Tiny, Jane e Maura -, no meu caso demorou bastante para que eu percebesse que o Will amigo de Tiny e Jane, não era o mesmo Will que era amigo de Maura.

Apesar dos nomes iguais, uma coisa que podemos perceber logo de cara é que os dois Wills são bem diferentes um do outro, mas que se encontram um com o outro por pura coincidência e a partir desse momento a vida deles muda de uma forma que eles nem imaginavam.

O primeiro Will Grayson é hétero e tímido, que a fim de evitar problemas na sua vida, sempre procurou seguir duas regras - 1) não se importar muito com nada e 2) calar a boca - ele é apaixonado por sua amiga Jane e seu melhor amigo é Tiny Cooper 'a pessoa mais gay do mundo que é muito, muito grande'. Já o segundo Will Grayson é gay, deprimido - e toma remédios pra isso - fechado e pessimista, ele vive com sua mãe e seu único momento feliz do dia é quando ele conversa pelo computador com Isaac - seu namorado virtual. Mesmo levando vidas bem diferentes e cada um tendo a sua particularidade, uma coisa que podemos perceber é que os dois Wills tem uma coisa em comum, eles querem ser aceitos como são.

Os capítulos são alternados e logo que aprendemos um pouco mais sobre as características de cada um é fácil perceber de quem cada capítulo está falando e eles acabam se mostrando bem interessantes, aquela história que é lida de forma rápida, mas que trata de uma forma tão delicada um assunto bem difícil e discriminado pelas pessoas.


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