Resenha | Perdida (Perdida #1) de Carina Rissi

Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam.

Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke.

Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...

“Perdida” é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.


 Série Perdida | Romance | 364 páginas | Ano 2013 | Verus | Skoob 
Lido em 1 dia | Avaliação 4 estrelas

  

"- Não é errado. O que sinto quando estou com você é... é a coisa mais certa que já senti na vida! Ian, pela primeira vez eu sei a qual lugar pertenço."
Sabe aquele livro que você já ouviu muita gente falar dele mas ainda não havia resolvido dar uma chance? É bem isso o que acontecia aqui, mas confesso que depois que resolvi ler me arrependi de não ter feito antes, afinal, quem poderia imaginar que misturar o mundo contemporâneo com o século XIX daria tão certo?

"Não me afastei quando sua outra mão enlaçou minha cintura, me puxando para mais perto, nem tentei impedi-lo quando seu rosto se aproximou do meu com a clara intenção de me beijar."
Vemos em Sofia uma personagem que está completamente adaptada ao mundo moderno, suas facilidades e praticidades, então para ela seria inimaginável se ver em uma outra época onde ela seria vista praticamente como uma donzela e ainda mais que teria um rapaz, daqueles que ela só viu em livros a sua vida toda a ajudando.

"Abracei-o mais forte, querendo que o tempo parasse, que a vida não seguisse em frente, que nossa dança nunca terminasse."
Sofia é o tipo de personagem que não acredita no amor dessa forma romântica como é pintada pelos livros e filmes, até que acaba vivendo algo assim em outro século. Já Ian é um jovem senhor de sua casa e sempre preza pela reputação de sua irmã.

Vemos o romance dos dois surgir de uma forma inesperada, mas ao mesmo tempo é fácil perceber que os personagens estão predestinados a serem felizes um com o outro, logo é impossível não se ver torcendo pela felicidade dos dois ou até mesmo para que eles percebam que a felicidade de Sofia está ali, diante dos olhos dela, dois séculos antes de quando ela nasceu.

"- Eu estou... perdida. - O que mais eu poderia dizer? Escuta só, cara, eu acordei hoje de manhã no ano de 2010 e, depois que tropecei em uma pedra meu celular criou uma espécie de supernova, eu vim parar, sabe Deus como, no século dezenove."


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