[Resenha] O Dom - James Patterson e Ned Rust

Título: O Dom
Série: Bruxos e Bruxas
Autores: James Patterson e Ned Rust
Páginas: 288
Editora: Novo Conceito
Lançamento: 2013
Nota: 3/5

Skoob
Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos...
Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar.
Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas.
Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.
"Pela última vez, e garanto a vocês que esta é realmente a última, os cidadãos não devem ser tratados por nomes da Antiga Ordem!"

Os irmãos Allgood continuaam a sua briga contra os poderes de O Único Que É O Único, mas dessa vez a resistência perdeu uma grande integrante, a jovem Margô, e isso pode abalar as pessoas amis do que se esperava.

Enquanto tentam lembrndo era antes da Nova Ordem, os irmãs e alguns outros membros a Resistência vão à um concerto de rock onde os caminhos de Wisty e um jovem roqueiro vão se cruzar, mas tem muito mais coisas envolvidas. Mesmo Wisty com a esperança de finalmente ter encontrado um amor em meio a esse caos, mas ela vai ver que as coisas não são tão fáceis assim, ao menos não para os irmãos Allgood.

O Único continua usanndo seus poderes e recursos para tentar capturar o dom de Wisty para si, principalmente depois de vê-la tentar usa-lo e descobrir como a garota é poderosa, mas ele está disposto a - caso não consiga o dom dela para si - matar a menina.

Outro personagem que tem um pouco mais de destaque nesse livros - não necessariamente positivo - é Byron, o fuinha, que por vezes está perto dos irmãos quando algo acontece, e de alguma forma entendemos um pouco o que ele faz e motivo de fazer essas coisas, não que isso justifique ou torne mais aceitável as escolhas dele.

Mas se formos comparar esse livro com o anterior temos uma melhora incrível, e a leitura não é mais aquela coisa tão jogada como se o autor logo quisesse te contar o final da história, e vemos o amadurecimento dos irmãso - mesmo que de forma forçada - eles acabam parecendo não tão bobos, aprendem a usar um pouco mais de seus poderes e até mesmo uma forma de serem mais 'poderosos', talvez agora eles estejam vendo uma forma de usar seus poderes como uma arma, e não algo do qual eles dependem para sobreviver mas não possuem controle algum.



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