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13 Reasons Why | 2ª Temporada

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Não estamos muito longe de 2018 então a expectativa já começa a bater na porta com aquela curiosidade de como será a próxima temporada. Para quem assistiu os 13 episódios da série ficou aquele mistério no ar sobre o suicídio de Alex e o arsenal de armas de Tyler, e aquela curiosidade sobre o que irá acontecer, será que a história tomará outros rumos? Com certeza que sim, pois já foram confirmados alguns personagens novos e em algumas entrevistas Brian Yorkey declara a possibilidade de vários rumos que pode tomar, já que a primeira temporada foi descrita do olhar de Hannah, como seria se outro personagem descrevesse a história com um olhar diferente, afinal, cada um tem o seu lado certo ou errado. 

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Ainda não se sabe qual rumo a narrativa ira tomar mas sabemos que assim como na primeira temporada haverá narrativas não se sabe se será por meio de fitas, o que podemos afirmar é que não será narrado por Hannah, assim fica a indagação de como será o enredo tomara o rumo de falar sobre as consequências dos 13 porquês, mostrando os respingos que Hannah deixou ou deixando mais particular falando sobre os 13 porquês de cada personagem em questão? 

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A unica certeza que temos é que o suicídio de Hannah deixou culpados e a falta de conclusão deixando diversas linhas sem final, o interrogatório dos últimos episódios que provavelmente será uma das pontas soltas a serem exploradas, quem será punido pelo o que aconteceu ? Também deixou no ar o desenrolar da história de Jessica, podendo ser trabalhado uma forma de como agir e superar em relação do abuso, uma declaração dada por Showrunner diz que "Deixar essas duas pontas em aberto seria perturbador". 

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Enquanto não vem a próxima temporada estudaremos as possíveis possibilidades que poderá acontecer nesta história, comenta aqui o seu palpite e vamos conspirar enquanto a série não estréia. (Risos).


[Resenha] The Dark Light of Day - T. M. Frazier

Título: The Dark Light of Day
Série: The Dark Light of Day
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 258
Editora: Booktrope Publishing
Lançamento: 2013
Nota: 5/5
Skoob
Abby tem vivido um inferno e sobreviveu a uma das infâncias mais brutais imagináveis... por pouco.
Para o mundo exterior, ela é apenas uma solitária com atitude.
Quando sua avó morre em uma explosão trágica, Abby fica com perguntas e nada mais.
Desabrigada, dormindo em um ferro velho, e fugindo de um sistema que tem falhado com ela uma e outra vez, ela conhece Jake, um motoqueiro de olhos azuis tatuado com segredos que rivalizam com os seus próprios.
Duas almas quebradas que não podem ser curadas. Eles não podem ser salvos.
Abby e Jake tem que decidir se eles podem aceitar a escuridão não apenas de dentro um do outro, mas dentro de si.
Se eles podem aceitar um ao outro pelo que eles realmente são, eles podem ser capazes de aprender que o amor nem sempre é encontrado na luz.
Cuidado: Este não é o seu romance típico. A história de Abby & Jake contém situações pertubadoras, violência gráfica, sexo, linguagem forte, uso de drogas, e todos os tipos de abuso.
"Eu o tinha deixado entrar em minha vida, para os meus segredos e minhas feridas, mas o pensamento de deixá-lo entrar em meu corpo ainda me deixava em pânico."

A história contada nesse livro acontece antes da história de King, mas para quem - como eu - leu King antes, é bom saber que tem um livro que conta a história desse personagem que não é muito citado nos livros anteriores. É interessante ver como esse é um daqueles livros que a gente pega sem nenhuma pretenção, mas acaba sem conseguir largar.

Jake é um bad boy problemático, e bastante mau, mas conhecemos um pouco a fundo a sua história e passamos a entender o motivo dele ser dessa forma distante e bastante sem coração.

Já a história de Abby, dá um aperto enorme no coração e ficamos um pouco tristes com o que vem acontecendo com a garota, a vida dela está longe de ser o que podemos chamar de fácil. Ela perde a avó e como ainda é menor de idade precisa se virar para fugir da assistência social, afinal, ela já sofreu bastante em lares adotivos no decorrer de sua vida. Em meio a essas fugas ela acaba conhecendo Jake, um rapaz que acaba a auxiliando a sair de toda essa confusão e a partir daí vemos uma relação começar a surgir.

Quando os dois começam a se sentender, mesmo acima de todos os segredos, vemos que eles merecem ser felizes, ams a felicidade dos dois não dura muito e termina de uma forma cruel.

Abby é diferente da mocinha conhecida, ela é forte, é uma sobrevivente de todas essas confusões, ela não vai ficar cheia de frescuras.


Top 7 Músicas para a Semana - Séries Musicais

Vamos concordar que o pessoal que está por trás da produção das nossas séries favoritas arrasam não é mesmo? Afinal, as séries por si só já são incríveis, sejam com as músicas de abertura ou nas cenas pós-creditos, mas dessa vez estamos aqui pra falar de séries musicais.


Elas além de nos encatar com as escolhas de canções no decorrer dos episódio ainda nos mostram como alguns atores são completamente talentosos e muitas vezes como eles se dariam super bem na carreira musical além da atuação.

E sejamos sinceros, isso é algo cultural, no Brasil, aqui estamos começando a ter séries incríveis também, mas nenhuma ao menos que eu me lembre, voltada para esse estilo musical que exige dos atores muito mais da atuação, ainda é preciso saber cantar e muitas vezes dançar... E tudo isso junto...

Here I Come - Smash (Domingo)

A série se desenvolve ao redor de um grupo de atores que se juntam para produzir um musical da Broadway sobre Marilyn Monroe. Mas, antes que isso aconteça, as pessoas que participarão do projeto, deverão lidar com suas vidas pessoais. A série contou com músicas originais composta por Marc Shaiman e Scott Wittman.
Powerfull - Empire (Segunda) 

Lucious é um rapper que saiu das ruas e prosperou na música. Dono da gravadora Empire, ele construiu um império no meio musical. Quando descobre ter uma grave doença, ele decide eleger um de seus três filhos - André, Jamal ou Hakeem - para ocupar o trono. Ao mesmo tempo, Cookie, sua afiada ex-esposa, retorna depois de passar 17 anos na prisão diposta a recuperar tudo que perdeu. Ao longo da história pe revelado que Lucious tem um passado sombrio do qual não pdoe fugir.
There But for the Grace of God Go I - The Get Down (Terça)

Ambientada em 1977 na cidade de Nova York, a série conta a história de como, à beira da ruína e da falência, a grande metrópole deu origem a um novo movimento musical no Bronx, focado nos jovens negros e de minorias que são marginalizados. Entre a ascenção do hip-hop e os últimos dias da Disco Music, a história se costura ao redor da vida dos moradores do Bronx e de sua relação com a arte, música, dança, latas de spray, política e Manhattan.
If I Didn''t Know Better - Nashville (Quarta)

Rayna é uma estrela da música country americana, cujo sucesso começa a declinar. Seus produtores oferecem a ela uma turnê conjunta com a estrela do momento Juliette, tida como o futuro da música country, jovem e sexy. Mas as duas cantoras estão em busca de alcançar seus objetivos separadamente. Juliette quer tomar o lugar de Rayna. Rayna acredita que algumas músicas escritas pela talentosa Scarlett O'Connor vai ajudá-la a reencontrar o sucesso.
Paradise by The Dashboard Light - Glee (Quinta)

O coral da McKinley High School costumava estar no topo do mundo dos corais, mas uma série de escândalos o transformou em um abrigo de estudantes desajeitados e rejeitados pelos 'populares'. Will, é um professor otimista, que se ofereceu para tomar a liderança do coral e restaurar sua antiga glória - para isso ele conta com a ajuda de Emma.
Concert in Mexico - Mozart in the Jungle (Sexta)

Sexo, drogas e... música clássica. Mozart in the Jungle retrata os bastidores do mundo dos grandes maestros, que pode ser tão cativante quanto o que acontece na frente das cortinas.
I Don't Like You - Galavant (Sábado)

A série segue as aventuras de Galavant, um herói arrojado cavaleiro baixo em sua sorte que está determinado a recuperar sua reputação e seu 'E Viveram Felizes para Sempre', indo após o malvado rei Richard, que arruinou o momento em que ele roubou o amor da vida de Galavant, Madalena. Ele é auxiliado pela Princesa Isabel, cujo reino de Valência, Richard conquistou, e Sid, seu escudeiro. Eqnuanto isso, o assassino, mas sem força de vontade Richard tenta conquistar a Madalena tramando.
Tem alguma outra música que vocês gostam bastante?


Os pais que se destacaram nas séries...

O dia dos pais está aí, e claro que a gente não podia deixar de lembrar daquelas figuras paternas que talvez tenham nos ensinado alguma lição importantte, ou nos deram tanto medo que ficamos felizes em não ser filhos deles, mas o importante é dizer que lembramos de vocês queridos pais.


Vamos combinar, existem aqueles pais que desde a sua primeira aparição nas séries, a gente cria um ódio quase instantâneo - e ficamos torcendo para que aquele personagem morra logo.

Mas também existem aqueles que estão ali para nos mostrar que nem todos eles são ruins e você bem que queria que ele fizesse parte da sua família.


Então vem ver alguns pais que se tornaram tão queridos que muita gente virou fã deles e queria fazer parte daquela família, mesmo que só por um dia.

15 - Phil Dunphy (Morden Family)

Ele é o principal modelo de pai 'legalzão' que parece ter a mesma idade mental que seu filho mais novo, sendo visto na maioria das vezes como um cara bobo e mole. Mas tudo o que ele faz  - quando acerta ou erra - é para o bem de sua família, e quando as coisas não dão muito certo ou algum dos filhos precisa levar uma bronca, ele sabe que sua mulher está ali fazer isso.
14 - Nathan Scott (One Tree Hill)

Além de pai e filho eles são bons amigos, Nathan é do tipo atencioso, carinhoso e responsável, está semrpe ao lado do filho cuidando para que nada de ruim aconteça com ele, sempre que possível está ao lado do garoto jogando basquete com ele, ou lhe ensinando valores - que não lhe foram ensinados quando criança - mas Nathan é o tipo de pai que conta histórias para o filho dormir e o consola quando está triste.
13 - David Nolan (Once Upon a Time)

Se tem uma coisa que parece não importar para David é o fato de ele ter aparentemente a mesma idade da filha, afinal, para ele não importa muito os anos perdidos por causa da maldição, ele sempre está disposto a enfrentar tudo e todos por sua 'pequena', e a idade próxima ainda deu a eles um grande presente, a amizade deles, seja para conselhos sobre como agira em situações de perigo ou até mesmo em situações amorosas. E vemos o quanto a maldição privou Emma de um pai protetor quando o pequeno Neal nasce.
12 - Rick Grimes (The Walking Dead)

Carl tem sorte de ter um pai tão dedicado, afinal, ele enfrentou muita coisa para encontrar o filho e a esposa, e não foram poucas as vezes que Rick o salvou e o ensinou a se virar em meio a um apocalipse zumbi. E não só com carl, Rick sempre tenta salvar o seu grupo que acabou se trnando uma grande família, e muitas vezes por causa das decisões tomadas por ele é que eles sobreviveram a muitos prigos e ordas de zumbis, por mais que tenha muitas vezes tenha tentado salvar muito mais gente - muitas vezes que nem mereciam ser salvas - o que nos mostra que mesmo em meio ao Caos, Rick continua tentando ser justo. Sofia não teve a mesma sorte...

11 - Sheriff Stilinski (Teen Wolf)
Além de proteger a cidade e os jovens e crianças de outros pais, o Sheriff Stilinski tem um senso de proteção único com seu filho problemático Stiles. Não que Stilles faça isso por querer, mas ele sempre está envolvido com problemas, ele atrai as coisas para si, ao menos é isso o que nós conseguimos ver com muita frequência, e não basta só tirar os filhos das enrascadas em que ele se mete, quando ficou sabendo de todo o mundo sobrenatural ele não deu pra trás ou fugiu, muito pelo contrário, só fico mais alerta - e muitas vezes entendendo melhor os crimes que aconteciam - afinal, não é porque seu filho anda com um lobisomem que ele é irresponsável, ou por que o outro é um lobisomeme que não precisa de uma proteção policial.
10 - Jonathan Kent (Smallville)

Ser pai de um jovem com poderes não deve ser nada fácil, mas Jonathan consegiu cumprir bem esse papel, além de guardar o segredo do filho - que muitas vezes não estava presente enquanto salvava o mundo - ele criou Clark com um grande senso de justiça, companherismo e compreensão, ajudando seu filho a tomar decisões que muitas vezes afetaria mais pessoas, afinal, ele sempre estava tentando salvar o mundo do mau.
9 - Derek Shepherd (Grey's Anatomy) 

Quem nunca se derreteu com esse pai amoroso que assim que adotou Zola já mudou completamente a sua forma de agir, e fez com que todos se derretessem junto com esse relacionamento super fofo, afinal, quem consegue não admirar um homem que colocava uma tiara de princesa pra brincar com sua filha enquanto ela servia chá? Até porque logo que ele conhece Zola, ele já sugere para Meredith que os dois deveriam adotar a garota, e o relacionamento dele com a pequena é uma amor, parece que de fato foram feitos um para o outro.

8 - Rufus Humphrey (Gossip Girl)

Rufus é o tipo de pai que faz o melhor para os seus filhos - ou tenta - mas deixa claro que diferente de muita gente da escola de seus filhos a condição financeira deles não é das melhores, mas nada os impede de serem felizes. Rufus está muito mais presente na vida dos filhos do que os pais ricos dos colegas de seus filhos, mas Rufus sempre lembrava os filhos que mesmo não tendo um poder aquisitivo alto, isso nãof azia deles menos do que os colegas. É o tipo de pai que está ali para dar bons conselhos e sábias broncasnos filhos.
7 - Sandy Cohen (The O.C.)

Ele é o tipo de pessoa que tem um coração enorme, afinal nao é qualquer um que tiraria Ryan da cadeia e o levaria para dentro de casa - adotando-o mais tarde. Mas logo de cara já vemos que Sandy é o tipo de pessoa que gosta de fazer o bem para os outro, ao levar o garoto pra casa ele lhe dá um lar e uma família, enquanto seu filho Seth ganha um novo irmão e sua esposa mais um filho. Ele sempre está bastante envolvido com seu trabalho, mas não mede esforços para fazer algo bom pela família e procura garantir  a seus filhos o melhor no sentido de escola e casa. É um cara compreensivo, mas que faz questão de demonstrar que o amor não lhe faz passar a mão na cabeça dos filhos e relevar erros, assim como toda atitude tem uma consequência.
6 - Joe West (The Flash)

Ele não tem uma ligação de parentescom com Barry, mas quando sua mãe é assassinada e seu pai preso, logo o detetive adota Barry e o leva para morar conm ele e sua filha Iris, é fácil entender como no início a relação deles é complicada, afinal o garoto está traumatizado de ter visto a mãe ser assassina, mas isso não faz com que Joe desista dele, pelo contrário, elecria o rapaz muito bem e ainda o ajuda a se tornar um cientista forense. Quando Barry descobre seus poderes, Joe é o primeiro a apoiá-lo, mas está ali para puxar a orelha quando as escolhas do garoto são bem erradas, ele é a figura paterna cúmplice para as aventuras e enrascadas, e não mede esforços  para proteger aqueles que ama.
5 - Burt Hummel (Glee)

Quem iria imaginar que o mecânico com cara de durão iria aceitar tão bem o seu filho assumir que era gay? Ele perdeu a mulher muito cedo, e com isso teve que ser pai e mãe para seu filho, e sempre soube da opção sexual dele, mesmo que eles nunca tivessem tocado no assunto abertamente. Ele torce pelo filho e o apoia em tudo mesmo quando é um pouco fora do convencional - como quando ele joga futebol americano ao som de Beyoncé -, é o tipo de pai que grita e defende os direitos do filho quando é atacado por ser homessexual, a maior prova disso é que ele junta todo o dinheiro que tem para pagar uma escola particular e livrar o filho do bullying. Ele reencontra o amor e se empenha em fazer esse novo relacionamento dar certo buscando não só a sua felicidade como também a do filho junto com essa nova família, ele ainda faz todos os fãs da série quase morrerem quando está em estado grave no hospital.
4 - Eddard Stark (Game of Thrones)

Ele sempre colocou o interesse dos filhos - incluindo do bastardo - em primeiro lugar,e sempre procurou ensinar a eles a serem leais a si mesmos e honrados. Ele sempre procurou fazer o que é certo, mas protegendo a sua família e os poupando de se envolverem nas grandes brigas do reino. Os Starks tiveram muita sorte de teres Eddard como pai, porque não são muitas as figuras paternas exemplares pesentes em Westeros.
3 - Mark Sloan (Grey's Anatomy)

Dos pais que vemos na série, ele talvez seja o que mais tenha mudado desde a sua primeira aparição, afinal, quem ia imaginar que aquele médico que adorava seduzir as mulheres - sem se importar se eram casadas ou não - iria ddecidir que queria formar uma família e mudar completamente? Em meio a tudo isso ele encontra sua primeira filha, mas ela já é adulta e ele acaba não podendo curtir muito ela, mas aí vem a pequena Sophia, fruto de uma amizade colorida com Callie, é nesse momento que vemos como Mark é umpaizão, atencioso, cuidadoso, respeitador, fofo e melindroso. Quem não ficou emocionado quando ele descobriu que ia se pai? E a quantidade de risadas quando ele teve que cuidar da pequena Sophia sozinho e isso incluía tudo - trocar fralda, dar banho, fazer comida, etc - é uma pena ele não ter acompanhado o crescimento da menina, mas com certeza ele teria sido um pai atencioso e ciumento.
2 - Julius (Todo Mundo Odeia o Chris)

Você não queria estar no lugar dele, afinal, o cara tem dois empregos e ainda precisa ficar aguentando as explosões de Rochelle e relevar quando ela simplesmente resolve largar um emprego. Quem nunca morreu de rir com ele falando o preço de cada coisa comprada na casa? Não que dinheiro seja algo que está sobrando para aquela família, mas ele sempre procura agradar sua família, mas com moderação. Ele é o tipo de pai que arranca risadas de todo mundo, e ele está disposto a defender seus filhos quando necessário. Claro que no meio da confusão que é a sua vida ele sempre consegue tirar um cochilo e nem pense em fazer algum barulho nesse momento.
1 - Richard Castle (Castle)

Sejamos sinceros, acho que não existe um exemplo melhor de paizão do que o Castle, tudo bem que ele é bem brincalhão e muitas vezes imprudente - e a Alexis muitas vezes parece ser a responsável por ele e não o contrário - mas quando algo acontece com sua família e o pai Castle entra em ação não deixa margem para dúvidas. Alexis é tão responsável que o pai dela por vezes tenta fazer com que ela se divirta mais, fique até tarde da noite na rua, tome alguns porres, e claro ele sempre tenta pegá-la despreparada dentro de casa em uma guerra de laser tag. Mas quando algo ameaça a segurança de sua filha, Castle está disposto a fazer o possível e o impossível para salvá-la, não importa valores ou quantas leis ele terá que burlar, tudo o que ele quer é a sua pequena - nem tão pequena - menina segura.
E aí, tem algum pai que esquecemos de falar?


[Resenha] Inferno no Colégio Interno - Lemony Snicket

Título: Inferno no Colégio Interno
Série: Desventuras em Série
Autor: Lemony Snicket
Páginas: 200
Editora: Companhia das Letras
Lançamento: 2002
Nota: 3/5
Skoob
Nada de aventuras emocionantes com final feliz: Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são legais e inteligentes, mas a vida deles está repleta de má sorte e infelicidade.
Neste livro, os órfãos mais azarados do mundo enfrentam caranguejos que mordem, exames hiper-rigorosos e os castigos duríssimos de um internato. O colégio se transformou em mais um desastroso episódio de suas vidas horríveis.
Desta vez, eles precisam escapar de fungos gotejantes, assistir a recitais de violinos, domar o sistema métrico e sobreviver a exercícios de D.O.R. Violet, Klaus e Sunny têm o poder de atrair desgraças.
Quem gosta de histórias alegres não deve nem abrir este livro, avisa o autor, pois as histórias de dos Baudelaire são sempre uma desventura pior do que a outra.
"A expressão 'seguir o exemplo' não significa necessariamente seguir um bom exemplo, embora muitas pessoas não saibam disso."

Desde o início desse novo livro já é possível eprceber que a estadia dos irmãos Baudelaira no novo colégio não vai ser muito diferente das experiências com os tutores anteriores, ao menos não no quesito de terem dias mais felizes, já que a escola parece seguir algumas regras que podem surpreender os três irmãos.

Mas temos que concordar que isso não é uma surpresa muito grande, infelizmente já nos acostumamos a ver as coisas darem errado para os irmãos Baudelaire, e isso não parece que vai ser resolvido, não enquanto os adultos parecem não acreditar neles e teimam em deixar o Conde Olaf livre, afinal, ele é a pessoa com maior interesse em prejudicar as crianças.

Como já foi visto nos outros livros da série, os adultos apresentam uma grande limitação em acreditar nas crianças, por mais que os irmãos Baudelaire sejam inteligentes, eles são tratados como se fossem os mais tolos.

Nesse livro ainda temos o vice-diretor Nero, um personagem que é extremamente cansativo e faz com que leitura desse livro fique exaustiva. Mas como complemente da série, é extremamente importante a leitura desse exemplar, já que alguns acontecimentos citados aqui parecem que serçao importntes para as próximas histórias.


[Resenha] Preppy - Parte 3 - T. M. Frazier

Título: Preppy - Parte 3
Série: King
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 300
Editora: Kindle Edition
Lançamento: 2017
Nota: 5/5
Skoob
A gravata-borboleta está de volta!
Dre era apenas uma bela estranha quando Preppy a salvou pela primeira vez. Agora, ele tem que salvá-la novamente, mas ela não é mais uma estranha, ela é família, e ele não tem ideia de quem ou o que ele enfrenta.
O que ele sabe é que juntar a família é o único resultado aceitável.
A lista de tarefas para fazer?
SALVAR FAMÍLIA. PROCURAR VINGANÇA.
Ele está vivo... e ele quer SANGUE.
Preppy Parte III é o terceiro livro e a conclusão da história de Preppy e Dre. É também o 7º livro da Série King, que para começar deve ser lido KING & TYRANT.
"Tudo o que tinha escrito era para me encontrar na torre d’água e ela provavelmente estava se perguntando por que diabos eu pedi a ela para me encontrar aqui, mas eu não tinha dúvida de que ela viria."

Sejamos sinceros, não tem como não amar o Preppy não é mesmo?! Quem não ficou triste com o destino trágico que pensamos que o cara das gravatas borboleta havia ganhado no primeiro livro? Ficamos imaginando várias vezes histórias apra ele, sem de fato queremos acreditar naquilo, ainda bem, afinal Samuel estava aí, pronto para voltar para a vida de todos.

No início já ficamos surpreendidos com o desenrrolar da história, pela primeira vez algo que acontece com os meninos de Logan's Beach parece fácil demais, é a primeira vez que alguém com desejo de vingança por eles é tão ruim de serviço.

Vemos como Preppy é louco por Dre e vice e versa, mas ao mesmo tempo eles querem fazer a coisa certa, assim como Preppy acaba contando toda sua história para o pai de Dre, mas diferente do que um pai 'normal' fara, ele não julga o garoto, sabe que ele é pouco convencional, mas é o responsável por fazer a sua filha feliz.

Vemos como Preppy, mesmo com aquele jeito de criança não é exatamente um entendedor, principalmente quando é com o filho dos outros, vemos a participação frequente de Ray, Bear e ing nesse livro, mas Thia pe algupem que aparece muito pouco, mas em momentos que se mostram importantes.

Mas a maior surpresa desse livro é Bo, não só por ele começar a falar, mas por suas ações, ele está longe de ser uma criança normal - e dessa vez nem é culpa de seus pais adotivos - mas ele tem um lado sombrio nele, não que isso seja ruim, afinal, vemos que isso se torna algo útil no livro.

O livro segue a linha dos anteriores, é uma história incrível que vale a pena conhecer mais a fundo, e quando vocêe vai entendendo tudo pelo que os personagens passaram, é impossível não se apaixonar por eles.


[Resenha] All the Rage - T. M. Frazier

Título: All the Rage
Série: King
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 304
Editora: Kindle Edition
Lançamento: 2016
Nota: 4/5
Skoob
Eles me chamam de Rage.
Meu nome real é como uma sombra, sempre perto, mas nunca capaz de alcançá-lo.
Eu voo sob o radar porque ninguém suspeita que eu seja capaz do tipo de violência brutal que eu me comprometo todo dia.
Você vê, eu sou uma menina. Eu tenho dezenove anos.
E eu sou uma assassina.
Esta vida é tudo o que sei. É tudo que eu quero saber. Ela mantém as merdas enterradas que eu preciso manter enterradas. Ela me permite viver sem pensar muito.
Sem reviver o passado.
Até ele.
Tudo muda quando um garoto comum se torna o meu próximo alvo.
E o meu primeiro amor.
Eu tenho que escolher.
A única vida que eu já conheci tem que morrer, ou ele.
De qualquer forma, eu vou ser a única puxar o gatilho...
"Porque na minha história, se você ama alguém o suficiente, você deve primeiro soltar a arma."

Depois de ler os livros da série, é impossível não se ver envolvida e queendo saber mais sobre essa personagem um tanto curiosa que deixa até mesmo os mais bravos homens com um pé atrás.

Afinal, que poderia imaginar que uma menina com aparência inofensiva e que sempre está vetida com rosa, poderia ser uma pequena incendiária e psicopata? Desde pequena Rage era diferente das outras pessoas, e era comum para ela os passeios à vários psiquiatras que sempe falavam a mesma coisa, que ela não sentia nada, não tinha empatia pelas pessoas. Mas Rage senti algo uma grande vontade de matar, e isso ela só compartilhou com Cody, seu melhor e único amigo, eles então decidem fazer uma lista de coisas para Rage, para que ela possa tentar ser mais 'normal', mas não é possível mudarmos quem somos, não totalmente e essa lista não dá muito certo.

Rage então resolve fugir com Smoke, um motoqueiro que ela conheceu e foi a pessoa que lhe ensinou a atirar, que entendeu que ela era diferente das oitras pessoas. Smoke passa a ser o mentor de Rage nos próximos três anos e também um de seus clientes quando precisava que algo fosse feito.

Em um dos trabalhos a serem feitos para Smoke, Rage acaba conhecendo Nolan, para ela, ele é apenas mais um alvo, ou ao menos assim ela pensava até que as coisas mudaram bastante. Rage começa a sentir coisas que ela nunca havia sentido antes, vemos que os dois guardam segredos e quando eles vêem a tona, as coisas tendem a mudar bastante e o inferno vai ser pequeno para tudo o que vai acontecer.

O livro é ótimo, assim como todos os outros da série, mas por ser uma personagem que me intrigava bastante, achei que o livro deixou um pouco a desejar... Não que a história seja ruim, pelo contrário, ela é ótima, só podia ter sido melhor explorada.


[Resenha] A Esperança - Suzanne Collins

Título: A Esperança
Série: Jogos Vorazes
Autora: Suzanne Collins
Páginas: 424
Editora: Rocco Jovens Leitores
Lançamento: 2011
Nota: 3/5
Skoob
O volume final da trilogia 'Jogos Vorazes', de Suzanne Collins, é exatamente o livro pelo qual os fãs esperavam: complexo, imaginativo e, ao mesmo tempo, brutal e humano.
Depois de sobreviver aos jogos por duas vezes, Katniss Everdeen tentará se encontrar no papel de símbolo de uma revolução, enquanto luta para proteger sua mãe e sua irmã no meio de uma guerra.
A série, com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos, é o mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos, e mistura ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia com muita ação e aventura.
Katniss conseguiu sair da arena pela segunda vez, mas, mesmo assim, ainda não está a salvo. A Capital está irritada e quer vingança e, por isso, inicia uma represália a toda a população.
Numa trama tão violenta quanto psicológica, Suzanne Collins consegue provocar, em A Esperança, um debate sobre a moral e os valores da guerra e as consequências das escolhas feitas por cada um dos personagens.
Ser o símbolo da revolução tem um preço alto para Katniss, que terá que decidir o quanto da sua própria humanidade e sanidade ela poderá arriscar em nome da causa, dos seus amigos e da sua família.
É pela voz da protagonista, ainda mais feroz e obstinada, que a autora desafia o leitor a refletir em meio a cenas cruéis de combate. Tudo isso numa narrativa brilhante, com viradas surpreendentes que levam a um desfecho chocante e original.
Ambientado num futuro sombrio, a saga 'Jogos Vorazes' é pioneira de uma tendência que ganhou força no mercado de bestsellers juvenis: a dos romances distópicos e pós-apocalípticos.
As obras renderam à autora Suzanne Collins lugar na badalada lista de 100 personalidades mais influentes do ano da revista Time em 2010. Com narrativa ágil e ousada, os livros da trilogia foram traduzidos para 44 países e vêm atraindo leitores de diversas faixas etárias.
"Eu não sinto mais qualquer fidelidade a estes monstros chamados seres humanos."

Talvez esse seja o mais cansativo dos três livros, mas isso não quer dizer que ele é ruim, só se torna um tanto chato no decorrer das páginas, Katniss se mostra muito repetitiva nesse livro ao lhe dar com seus próprios conflitos.

Vemos o momento em que todos os personagens precisam começar a assumir as consequência de suas escolhas, e que Katniss precisa ver que depois de tudo o que passaram, sua irmã não é mais aquela garotinha boba que foi sorteada para os Jogos Vorazes e que não sabia o que fazer e morreria no primeiro momento na arena se a irmã mais velha não tivesse assumido seu lugar.

Katniss ainda está um pouco confusa com o que aconteceu no final dos Jogos anteriores, ou melhor, com o que aconteceu no meio dos jogos, já que muitos ainda estavam vivos no moemnto em que eles terminaram com as coisas e mais uma vez enfureceram a Capital e o presidente Snow.

Diferente do que acontece na maioria dos livros, vemos que Katniss não é aquela protagonista perfeita que independente do que aconteça nada a afeta e ela está sorrindo, muito pelo contrário, vemos seus pontos fortes e fracos e mesmo em momentos de dúvida ela não foge das responsabilidades, mas ainda sim muitos momentos fazem com que tenha uma leitura cansativa pela repetição da ladainha. Ela está tão confusa com tudo o que está acontecendo que não tem sanidade para definir o que vai acontecer com o seu dilema amoroso e não consegue escolher entre Gale e Peeta.

Temos um novo grupo, disposto a usar a imagem de Katniss para ser alguém que irá inspirar as pessoas, que por vezes saem com o intuito de fazer uma 'propaganda' para a rebelião, mas esquecem que o ambiente que eles estão procurando está mais para uma guerra.

Temos algumas mortes que são extremamente bobas e as pessoas poderiam ter se salvado por pequenas coisa, vemos que mesmo com intenções que parecem ser boas, temos muitos personagens que não medem esforços para conseguirem o que querem, e ao emsmo tempo, vemos mortes bobas para persoangens bastante espertos que não deveriam ter terminado daquela forma.

De uma forma geral o livro é bom, é importante para ver um final depois de tudo o que aconteceu, não é o melhor da série, mas é importante para terminar a trilogia.


Tirinha Legendária XIV


Melhor que um truque de mestre é um truque do senhor kkkkkk


[Resenha] Preppy - Parte 2 - T. M. Frazier

Título: Preppy - Parte 2
Série: King
Autora: T. M. Frazier
Páginas: 287
Editora: Kindle Edition
Lançamento: 2017
Nota: 5/5
Skoob
Preppy se encontra de volta em um mundo que ele amou uma vez, mas não reconhece mais. Seu sorriso fraco não pode esconder sua agitação interior e as pessoas que ele vê como família de repente parecem estranhos.
Exceto uma pessoa. Uma menina com olhos escuros e cabelo ainda mais escuro.
Uma garota que nem é sequer uma opção.
Pelo menos, não mais.
Dre não pode decidir quem ela vai ouvir. Seu coração, sua cabeça, ou seu corpo. Porque duas dessas três coisas a levam de volta para a Logan’s Beach. Encerramento é o que ela diz a si mesma que ela está procurando, mas quando ela abre as portas que nunca foram destinadas a serem abertas, ela logo descobre que, quando se trata de Samuel Clearwater, encerramento NUNCA pode ser uma opção.
"Literalmente, a única pessoa viva no planeta que sabe como empurrar cada botão que eu tenho apenas por existir."

Esse livro é a continuação do anterior, onde vemos a história de Preppy e um pouco da sua vida depois que ele 'voltou' do mortoss, mas diferente dos livros anteriores, esse ains não termina com o final feliz de Preppy e Dre, ou melhor, o final feliz deles até começou, mas alguma coisa acontece - e o meu palpite vai para um personagem que deveria ter sido morto no livro anterior.


Nesse livro vemos um Preppy com muitos problemas para superar o que aconteceu, nesse de fato é que acontece a história deles em 'tempo real' como o dos outros que tratavam, enquanto o livro anterior de Preppy serviu mais para conhecermos seu passado e entendermos como ele e Dre se conheceram, já que a história deles precisava de uma introdução mais complicada que a de King/Ray ou até mesmo Bear/Thia.

Diferente do que muita gente esperava, não é abordado a fundo o que aconteceu quando ele foi matido em cativeiro por Chop, mas é um ponto compreensível, o personagem sofreu, e não quer reviver aqui tendo que contar para os outros, vamoc combinar que o pouco que já deu pra perceber, ninguém ia querer ficar tocando no assunto mesmo.

Vemos um pouco o antigo Preppy voltando, mesmo que ele não esteja ali completamente - ainda -  mas mesmo assim parece que ele vai voltar e chegar lá, só esperamos que não demore muito.

Dre por sua vez está bem mais forte do que no livro anterior, ela conseguiu se livrar de seu vício e está sóbria a algum tempo, ainda tem as marcas disso, mas agora ela está ali para ser quem vai salvar Preppy, como ele fez com ela na primeira vez que se viram.

Acontece tanta coisa nesse livro que tem momentos que é até difícil juntar tudo, mas vale a pena. A série tem uma pegada dark forte, homens bizarros que acabam encontrando o amor - afinal, todos merecem amar e ser amados - muita coisa ruim acontece, mas encontramos um final feliz, não excessivamente, com seus altos e baixos como todos, mas razoavelmente feliz. Todos já foram machucados, mas tentam sobreviver da melhor forma possível.


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